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    24-11-2011

    Ensino médico

    Em 2011, 46% dos estudantes de medicina que participaram do Exame do Cremesp foram reprovados

    Alto índice de reprovação é consequência de abertura indiscriminada de escolas médicas, diz presidente do Conselho


    Renato Azevedo fala aos jornalistas sobre os resultados do Exame, após a coletiva de imprensa  


    A edição de 2011 do  Exame Cremesp, que avalia o desempenho dos  estudantes do sexto ano de medicina das escolas paulistas, revelou, mais uma vez, um alto índice de reprovação (46%) entre os participantes. O resultado é considerado preocupante pelo presidente do Cremesp, Renato Azevedo.  “Estão abrindo escolas médicas sem qualidade e, em consequência, formando médicos despreparados”, denunciou Azevedo. Ele lembrou que cerca de 70 escolas médicas foram abertas no país nos últimos oito anos, e, a maioria delas, sem hospital escola. 

    Os principais  resultados  da avaliação de 2011 foram apresentados pelo presidente do Conselho e pelo coordenador do Exame do Cremesp, Reinaldo Ayer de Oliveira, em coletiva à imprensa, às 10h30 desta quarta-feira (9/11).  Ayer chamou atenção para o baixo desempenho dos estudantes avaliados no acumulado das edições. Nos últimos sete anos, 4.821 formandos participaram do exame, dos quais 2.250 (46,6%) foram reprovados.  “ Há uma tendência de reprovação, que fica em torno dos 50% e persiste desde a primeira prova aplicada pelo Cremesp, em 2005, até 2011”,  analisou Ayer. “É preciso discutir um sistema de avaliação externa das escolas médicas”, afirmou o coordenador.  Já Renato Azevedo defendeu a obrigatoriedade de um exame de avaliação dos formandos em medicina nos moldes do que vem sendo realizado pelo Cremesp. 


    Reinaldo Ayer durante entrevista na sede do Cremesp 

    A participação no Exame  do Cremesp não é obrigatória e nem requisito para a habilitação ao exercício da medicina. A avaliação visa contribuir para a melhoria da qualidade do ensino no país e o estudante aprovado recebe um certificado que pode ser útil no currículo profissional. As provas da 7ª edição foram aplicadas em 2/10, em 14 municípios paulistas - São Paulo, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Catanduva, Jundiaí, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba e Taubaté. Os testes reuniram 120 questões de nove áreas básicas: Bioética, Ciências Básicas, Cirurgia Geral, Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia, Ortopedia, Pediatria, Saúde Mental e Saúde Pública.  Para acessar a íntegra do documento entregue a imprensa com os principais resultados do Exame do Cremesp clique aqui.  

    Fotos: Osmar Bustos

            

    Tags: Cremespexame2011ensinomédicoRenato AzevedoReinaldo Ayercoletivaimprensa46%.

    Veja os comentários desta matéria


    Sou a favor de uma prova de ordem para os médicos formados aqui no Brasil,já que a cada dia que passa temos mais profissionais despreparados nas ruas atendendo nosso povo.Que façam nos moldes do recém REVALIDA que, para mim foi um exelente método de avaliaçao aos medicos recém-formados. TODOS JUNTOS POR ESTE DIREITO, QUE É DE IMPORTANCIA DE TODOS NÓS.
    jose carlos
    Sou totalmente a favor do exame de suficiência para médicos, sou advogado e como paciente fico muito preocupado por saber que a maioria dos médicos não tem a mínima condição de me atender. Óbvio que a avaliação dos médicos não pode ser apenas teórica, pois o médico precisa ter conhecimentos teóricos e práticos. Poderia ser adotado o modelo indiano em que os membros do conselho vão à faculdade e avaliam o conhecimento dos alunos. Também pode ser implantada uma segunda fase com uma prova prática. Óbvio que para isso a taxa de inscrição teria que ser maior que a da OAB, mas a imensa maioria dos alunos pode arcar com essa taxa. Aqui no Maranhão a mensalidade de um curso de medicina é de 4 mil reais. LUTEM PELA OBRIGATORIEDADE DO EXAME
    Aristóteles
    Como paciente penso que a obigatoriedade de um exame para obtenção de liçença, nos moldes do exame da OAB, é mais do que necessário!!!! É uma questão de sobrevivência da própria população. MInha filha, por exemplo, a cerca de 04 anos atrás foi liberada do pronto socorro de um hospital renomado com uma pastilha para dor de garganta, para dias depois ser internada em outro hospital em caráter de urgência pois havia sido vítima de um AVC.....
    Nilson Paes

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