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Saúde em pauta



Dia Mundial sem Tabaco


Saiba quais são os riscos do consumo de tabaco e os principais benefícios de se parar de fumar


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis. Além disto, este hábito é reconhecido como uma doença epidêmica que causa dependência física, psicológica e comportamental. Como um meio de prevenção e conscientização, a OMS instituiu, em 1987, o dia 31 de maio como o Dia Mundial sem Tabaco.

A compulsão ao tabaco ocorre pela presença da nicotina nos produtos, que, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), obriga os fumantes a inalarem mais de 4.720 substâncias tóxicas, como: monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, além de 43 substâncias cancerígenas, sendo as principais: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos e substâncias radioativas.

Com a inalação contínua da nicotina, o cérebro se adapta e passa a precisar de doses cada vez maiores para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início. Esse efeito é chamado de "tolerância à droga". Ao passar do tempo, o fumante passa a ter necessidade de consumir cada vez mais cigarros, sequenciando um aumento relevante no risco de se contrair doenças crônicas não transmissíveis, que podem levar à invalidez e à morte.

Tratamento 

Por se tratar de uma dependência química, os tabagistas encontram grande dificuldade em se desvencilhar do vício. Como um meio de auxílio, ações educativas, legislativas e econômicas vêm sendo desenvolvidas no Brasil. O Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), ministrado pelo INCA, e a Rede de Tratamento do Tabagismo no Sistema Único de Saúde (SUS) são exemplos de medidas colaborativas e de fácil acesso para aqueles que lutam contra o tabagismo. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) disponibiliza em seu site uma cartilha para aqueles que querem deixar o vício.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), existem métodos comprovados cientificamente que servem de subsídio para os fumantes que buscam largar o tabaco. Entre eles, estão os baseados na parada abrupta, cessação gradual com adiamento do 1º cigarro da manhã e dos demais e, redução gradual do número de cigarros fumados por dia ou por semana.

Além destas opções clássicas e, somando-se a elas, estão as abordagens terapêuticas, tanto a cognitiva comportamental (baseadas nas mudanças comportamentais necessárias a enfrentar a vida sem o tabaco) quanto o uso de medicamentos (adesivos, goma e pastilha de nicotina, e comprimidos de bupropiona e vareniclina) para aliviar os sintomas causados pela privação da nicotina. O conjunto destas práticas gera uma melhora gradual, mas, ainda assim, a procura de um médico especialista é imprescindível.

É válido ressaltar que parar de fumar gera evidentes benefícios. Saiba o que acontece a partir do momento que este hábito é deixado de lado:

  • Após 20 minutos, a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal;
     
  • Após 2 horas, não há mais nicotina circulando no sangue;
     
  • Após 8 horas, o nível de oxigênio no sangue se normaliza;
     
  • Após 12 a 24 horas, os pulmões já funcionam melhor;
     
  • Após 2 dias, o olfato já percebe melhor os cheiros e o paladar já degusta melhor a comida;
     
  • Após 3 semanas, a respiração se torna mais fácil e a circulação melhora;
     
  • Após 1 ano, o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido à metade;
     
  • Após 10 anos, o risco de sofrer infarto será igual ao das pessoas que nunca fumaram.

Para mais informações sobre os riscos do tabagismo e meios de prevenção, acesse o site do INCA.




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