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CAPA

PONTO DE PARTIDA (pág. 1)
Mauro Gomes Aranha de Lima


ENTREVISTA (pág. 4)
Kerry Sulkowicz


CRÔNICA (pág. 10)
Fabrício Carpinejar*


CONJUNTURA (pág. 12)
Intoxicação alcoólica


DEBATE (pág. 16)
Lei Maria da Penha e a violência contra a mulher


MÉDICOS NO MUNDO (pág. 23)
Denis Mukwege


HOBBY DE MÉDICO (pág. 27)
Vidal Haddad Júnior


GIRAMUNDO (Pág. 30 e 31)
Avanços da ciência


PONTO COM (Pág. 32 e 33)
Mundo digital & tecnologia científica


HISTÓRIA DA MEDICINA (Pág. 34)
Paulo Tubino* e Elaine Alves**


CULTURA (Pág. 38)
Fernando Zarif


GOURMET (Pág. 44)
Kelma Vera Donuetts


MÉDICOS QUE ESCREVEM (pág. 42)
Luiz Carlos Aiex Alves*


FOTOPOESIA (Pág. 48)
Paulo Neruda


GALERIA DE FOTOS


Edição 76 - Julho/Agosto/Setembro de 2016

GIRAMUNDO (Pág. 30 e 31)

Avanços da ciência

 

Autoestrada elétrica

A Suécia inaugurou o primeiro trecho no mundo de uma autoestrada elétrica, visando a diminuir a emissão de poluentes produzidos por caminhões de carga, que representam 15% das emissões de dióxido de carbono naquele país.  O projeto, inicialmente de apenas dois quilômetros, conhecido como eHighway, conta com um mecanismo instalado na boleia do caminhão, que se conecta à eletricidade automaticamente quando o veículo entra na via. Diferentemente dos ônibus elétricos, os caminhões podem se desconectar da rede e voltar a usar o diesel. A Suécia pretende não utilizar mais combustíveis fósseis em seu setor de transporte até 2030.

 

Hemofilia em jogo

Utilizar brincadeiras e jogos é um recurso que sempre facilita o ensino. Pensando nisso, a psicóloga Frederica Cassis criou um jogo de baralho para auxiliar a educação de crianças e adultos que sofrem com a hemofilia, doença que atinge 20 mil pessoas no Brasil. O baralho auxilia os profissionais  que precisam explicar a pacientes e familiares sobre a doença. As cartas ensinam de maneira lúdica temas complexos como coagulação, inibidores e seus efeitos, ou profilaxia, para que os pacientes entendam o que se passa no próprio organismo e aceitem melhor os tratamentos. O jogo está disponível em hemocentros ou no Centro de Tratamento de Hemofilia (CTH).

 

Até a pizza?

Sabe aquela pizza deliciosa de domingo à noite? Pois é, ela não é tão inofensiva quanto parece... Pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosférias (IAG-USP), em parceria com outros grupos de pesquisa do Brasil e do Exterior, descobriram que parte da poluição que atinge a região metropolitana de São Paulo deve-se à queima de 48 toneladas de lenha por ano, em média, nas pizzarias, e ao carvão vegetal utilizado nas churrascarias. Segundo estimativas do estudo, a Grande São Paulo, com suas 11 mil pizzarias, é a segunda região que mais come pizza no mundo, atrás apenas de Nova York. Mas o estudo aponta que o principal vilão da população atmosférica paulistana continua a ser a frota veicular. Ufa!...

 

Futuro aquático 1

Com 70% da superfície de nosso planeta coberta de água, até agora apenas engatinhamos na exploração de nossos oceanos. Mas, lentamente, isso começa a mudar. Cada vez mais, surgem projetos e obras em águas marinhas. A energia maremotriz, por exemplo – que utiliza a diferença entre a altura das marés alta e baixa para gerar energia – é pouco usada. A pioneira nessa área foi a barragem localizada no Rio Rance, na França, inaugurada em 1966 (foto acima). Ela ainda é uma das maiores do mundo, só perdendo para a da Coreia do Sul, que funciona desde 2011. No Brasil, a área que vai do Maranhão ao Norte do País é considerada promissora para o método. Outra opção é a conversão das ondas do mar em energia, que teve um protótipo instalado no Ceará, testado entre 2012 e 2014, cujos resultados foram um sucesso.

 

Futuro aquático 2

Comer no fundo de um oceano também já é possível. O restaurante Ithaa Undersea, nas Ilhas Maldivas, fica a cinco metros de profundidade e tem paredes transparentes que permitem uma visão panorâmica do mar. Por enquanto, apenas 14 pessoas de cada vez podem sentir o privilégio de comer enquanto olham o azul do mar e as centenas de peixes que passam por ali quase que constantemente. O restaurante, inaugurado em 2005, foi construído com técnicas similares às utilizadas em aquários comuns, levando em conta, claro, aspectos como a pressão e a oscilação da maré.

 

Tchau, botox!

O botox, quem sabe, está com os dias contados. Cientistas criaram um creme que ao ser aplicado cria na usuária, ou usuário, uma nova camada de pele artificial capaz de suavizar rugas e proteger a pele. A película, chamada de XPL, é resistente à água e pode se conservar intacta por até 24h. A façanha é dos pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e da Universidade de Harvard, em parceria com uma empresa privada. Infelizmente, ainda não há data prevista para que o XPL chegue ao consumidor.

 

Rato virtual

Com a expectativa de diminuir o número de animais usados em testes de laboratório, pesquisadores da USP de Ribeirão Preto desenvolveram um rato virtual. Na verdade, ele não é bem um rato, mas uma rede neural artificial – inspirada no funcionamento do sistema nervoso –, que pode substituir o animal em testes que avaliam ansiedade e defesa em um labirinto. O modelo simula, inclusive, efeitos de drogas que reduzem e aumentam a ansiedade dos ratos de verdade. Segundo a pesquisadora Ariadne Costa, o novo sistema vai muito além do que já havia sido feito nessa área, no mundo.

 

Para ir com os filhos

Procurando um bom programa para fazer com os filhos? A exposição Castelos de areia é uma boa ideia. Apresentando obras variadas como pinturas, desenhos, fotografias, instalação com esculturas e exibição sonora da artista e crítica de arte Katia Canton, a mostra tem curadoria de Adriana Rede e é baseada no livro O Conto de Fadas Revisitado, também de Katia. Alguns temas remetem à medicina, como “A cura”, onde há pinturas feitas com medicamentos como merthiolate, iodo e violeta genciana. Já o “Casinhas” traz pinturas com imagens de casas, desenho muito usual para a maioria das crianças. A entrada é franca e vai até 4 de dezembro. Endereço: Caixa Cultural São Paulo, Praça da Sé, 111 – Centro, São Paulo, SP.

 

Papa-poluição

Os arquitetos alemães Allison Dring e Daniel Schwaag desenvolveram um módulo arquitetônico capaz de purificar o ar. O primeiro grande projeto é uma fachada de 2,5 mil m² de um hospital na Cidade do México (foto acima), para melhorar a qualidade do ar no local. O sistema, intitulado Prosolve, contém um revestimento de dióxido de titânio que, ao ser ativado pela luz solar, funciona como um filtro, neutralizando compostos danosos que alcançam sua superfície. A base dos módulos é composta de plástico, mas os arquitetos estão trabalhando em um material mais sustentável.

 

 

(Colaborou: Janaina Santana)


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