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CAPA

EDITORIAL
Ponto de Partida


ENTREVISTA
O cientista Luís Hildebrando Pereira da Silva é o convidado especial desta edição


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Pasquale Cipro Neto


POLÍTICA DE SAÚDE
Fátima Dinis Rigato


SINTONIA
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DEBATE
Informações Médicas à Disposição de Todos


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Cultivando Hipócrates


HISTÓRIA DA MEDICINA
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LIVRO DE CABECEIRA
Trindade, o conflito da Irlanda em romance


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CARTAS & NOTAS
Elogios, Agradecimentos e Bibliografia


POESIA
Mário Quintana


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Edição 23 - Abril/Maio/Junho de 2003

ENTREVISTA

O cientista Luís Hildebrando Pereira da Silva é o convidado especial desta edição

“Quando me aposentei na França, considerando-me ainda válido, hesitei antes de tomar a decisão de me reintegrar às atividades de pesquisa na Amazônia. Acabei decidindo. (...) eu me tornaria um velho ranzinza se tivesse ficado na França plantando rosas.”

O professor Luís Hildebrando Pereira da Silva* era livre docente da Universidade de São Paulo (USP), quando foi demitido pela ditadura militar por ser de esquerda e deixou o Brasil em 1964, seguindo para a França. Em meio a várias e dramáticas tentativas de voltar ao Brasil durante a ditadura, dirigiu o Departamento de Biologia Molecular do Instituto Pasteur em Paris e posteriormente a Unidade de Parasitologia do mesmo instituto, onde trabalhou por mais de 30 anos. Ao aposentar-se no Pasteur, Hildebrando voltou ao Brasil em 1996, para dirigir o Centro de Pesquisa de Medicina Tropical em Porto Velho. Aos 72 anos é um dos mais importantes cientistas do mundo na pesquisa e combate à malária. Passa a metade do ano no Brasil e a outra na França, onde vive parte de sua família, inclusive sua esposa. Comanda uma equipe de jovens médicos no combate à malária em uma região que concentra um dos maiores focos do país, formando também uma nova geração de pesquisadores sobre a doença.

Ser Médico. O senhor foi impedido de dar aulas no Brasil pelo regime militar mudando-se para Paris. Foi o exílio na França que permitiu que o sr. dirigisse o Centro de Biologia Molecular do Instituto Pasteur ou já havia algum trabalho ou uma disposição de sua parte que o encaminharia para lá de qualquer forma?
Hildebrando. Fui demitido de meu posto de professor livre docente da USP pelo Ato Institucional nº 1 do governo militar, em outubro de 1964, depois de sofrer vários meses de prisão. Resolvi viajar para a França em novembro daquele ano quando fui ameaçado de nova prisão. Lá trabalhei como pesquisador do Instituto Pasteur, no Laboratório de François Jacob, onde já havia estado antes, entre 1961 e 1963, como bolsista pós-doutoral do CNPq. Não me exilei, mas fixei residência em Paris como cidadão brasileiro. Como ainda tinha um passaporte válido, emprego e salário, obtive visto de residente na França.

SM.Quando deixou o Brasil, o senhor achava que a democracia seria restabelecida em pouco tempo em nosso país?
Hildebrando. Em 1964, achávamos que a ditadura militar iria durar pouco. Efetivamente, deu mostras de esgotamento em 1967. O Itamaraty chegou a promover uma campanha nos Estados Unidos e Europa para o regresso dos cientistas emigrados. Aceitei organizar um curso de férias no Departamento de Bioquímica da USP, em São Paulo, em julho de 1967. Durante esse curso, assumi um compromisso com o diretor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto na época, Moura Gonçalvez, de que voltaria em agosto do ano seguinte para ocupar o cargo de professor do Departamento de Genética daquela Faculdade. Voltei à França, mas em 1968 as tensões políticas no Brasil se agravaram com as numerosas ações de protesto e resistência dos estudantes, operários e intelectuais. Apesar dos indícios de que a ditadura militar poderia perdurar e radicalizar-se, decidi arriscar a volta em julho de 1968, mas por precaução, solicitei uma licença sem vencimentos ao CNRS (o CNPq de lá) que era meu empregador e voltei ao Brasil.

SM. E valeu ser precavido?
Hildebrando. Fiz bem, porque a degradação progressiva da situação política culminou com a promulgação do Ato Institucional nº 5, em dezembro de 1968, com novas demissões e cassações em 1969. Fui demitido em abril de 1969, juntamente com dezenas de outros professores da Universidade de São Paulo, entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Dessa vez, a demissão foi acompanhada de um ato adicional que proibia que eu fosse contratado por qualquer instituição, oficial ou privada, que recebesse ajuda do governo. Então, voltei para o Instituto Pasteur.

SM. O senhor chegou a ficar sem passaporte a partir de 1975, pois o Consulado brasileiro recusou-se a renová-lo. Como o senhor enfrentou esse problema?
Hildebrando. Tendo sido eleito diretor do Departamento de Biologia Molecular do Pasteur, solicitei e obtive entrevista com Delfim Neto que era o embaixador na época. De forma breve e direta disse-lhe: “Senhor embaixador, sou diretor do Departamento de Biologia Molecular do Instituto Pasteur. Como não é da sua especialidade, permita-me esclarecê-lo, o Departamento tem mais de 150 pesquisadores, três prêmios Nobel, dois professores do College de France e um só brasileiro que sou eu. Acontece que fui eleito Diretor do Departamento, mas estou impedido de viajar porque o Consulado não renova meu passaporte. O senhor imagina? Sou convidado ou convocado para numerosas reuniões na Europa e nos EUA e não posso viajar porque não tenho passaporte....” O Delfim Neto ficou meio sem jeito, prometeu interessar-se pelo caso e consultar Brasília.

SM. E lhe foi dado o passaporte?
Hildebrando. Que nada. Ao contrário, como tinha entrado com mandato de segurança em Brasília por intermédio do meu amigo, o advogado Aldo Lins e Silva, o governo militar moveu-me um processo de cassação de nacionalidade na época!

SM. Cassação de nacionalidade? A que pretexto?
Hildebrando. Por ter aceito emprego de um governo estrangeiro sem autorização do presidente da República! Estava previsto na Constituição de 1967. Afinal, um ano depois, a Justiça me concedeu o mandato de segurança e o Consulado foi obrigado a dar o passaporte. Entretanto, no documento, foi inscrito o seguinte: “O portador sofre processo de cassação de nacionalidade. Em conseqüência este passaporte ficará automaticamente invalidado a partir do momento em que for decretada a medida”. Bela peça hein?! Conservo esse velho passaporte até hoje.

SM. E qual foi o resultado do processo?
Hildebrando. No final da década de 1980, depois de decretada a Anistia e de ter recebido novo passaporte, recebi um telefonema, no Instituto Pasteur, do Consulado Brasileiro em Paris e o funcionário me disse: “Professor, recebemos notícia do Ita-maraty para comunicar-lhe que o seu processo de cassação de nacionalidade foi arquivado”. “Arquivado? Que pena, gostaria que ele fosse julgado e teria comparecido com prazer ao julgamento”, respondi.

SM.Afinal, quando, como e por que o senhor decidiu voltar ao Brasil?
Hildebrando.Desde 1963 eu vivo “voltando”, não é? Voltei primeiro em 1963 e em 1968. Em 1979, com a Anistia, tentei voltar e não deu certo. Essa tentativa foi a mais dramática. Com efeito, vim ao Brasil em 1980, depois de proclamada a Anistia, deram-me passaporte e tudo, atendendo a chamado do então presidente do CNPq, Maurício Peixoto, que propôs financiar inteiramente a reinserção de vários cientistas de nossa área afastados do Brasil desde 1964: Victor e Ruth Nussenweig, Michel Rabinovitch, Julio Puddles, Thomas Maack e Luis Rey. Todos eles exerciam funções importantes de direção de laboratórios nos Estados Unidos e na França. Incluía também Erney Camargo que, demitido em 1964, voltara ao Brasil em 1968 e sobrevivera dedicando-se a funções na área privada e depois fora contratado pela Escola Paulista de Medicina.

Todos aceitaram em princípio e preparamos um grande projeto de Unidade Interdepartamental no Instituto de Ciências Biomédicas da USP. O presidente do CNPq dirigiu-se ao reitor da USP, explicou-lhe o projeto e sua proposta de financiar salários, equipamentos e funcionamento do novo laboratório durante quatro anos, com a condição de que a USP se comprometesse a reabsorver progressivamente o pessoal contratado pelo CNPq. Um presente de valor! Reabsorver oito cientistas internacionais de alto nível sem despesas para a USP... Para seu espanto, o reitor recusou-se dizendo que não tinha autoridade para tal. O processo foi se alongando e, nos meses seguintes, o Maurício Peixoto foi demitido da presidência e nos escreveu dizendo que, infelizmente, não podia fazer mais nada.

SM. E o que aconteceu com o projeto?
Hildebrando. Amigos nossos consultaram o novo presidente do CNPq, o Lynaldo Cavalcanti, sobre o destino do projeto, mas ele respondeu que precisava ser relançado pela USP, ou seja, pelo mesmo reitor que o tinha recusado. Concluí que a USP ainda estava por sofrer a reabertura democrática e desisti. Depois disso, aceitei assumir compromissos definitivos no Instituto Pasteur para o desenvolvimento do projeto sobre a vacina antimalárica e fiquei mais 15 anos na França. Só voltei em 1996 quando me aposentei no Pasteur.

SM. Por que o sr. focou o seu interesse na pesquisa para o combate à malária?
Hildebrando. Em 1976, era diretor do Departamento de Biologia Molecular do Instituto Pasteur e chefe de uma Unidade de Pesquisa sobre Diferenciação Celular, quando o diretor do Instituto Jacques Monod, disse: “Você foi parasitologista no Brasil antes. A OMS insiste que o Pasteur relance suas atividades de pesquisa em Parasitologia no quadro das ações contra as doenças negligenciadas. Você aceita assumir a direção de uma nova Unidade de Parasitologia que incorpore a metodologia molecular nas pesquisas?” Aceitei na hora. Monod me dera liberdade de escolha de tema. Eu tinha experiência em tripanosomiases, particularmente em Doença de Chagas, mas no Pasteur, que tem uma rede de institutos associados em países africanos, seria mais lógico desenvolver pesquisas em malária, a endemia parasitária, de longe, a mais importante na África.

SM. Como foi esse processo?
Hildebrando. Tive de aprender sobre malária, e a experiência de Leônidas e Maria Deane, que trabalhavam na Fundação Oswaldo Cruz, me ajudou muito. Assim, foi criada em 1978, sob minha direção, a Unidade de Parasitologia Experimental no Pasteur, mas só me dediquei inteiramente ao projeto a partir de 1980, quando fracassou minha tentativa de volta ao Brasil após a Anistia. Naquele ano éramos quatro ou cinco pesquisadores. Hoje, o Pasteur conta com quatro unidades de pesquisa em malária com cerca de 50 pesquisadores, além de laboratórios especializados em Dakar, Madagascar e Cayenne e constitui, sem dúvida, do que muito me orgulho, um dos mais importantes centros internacionais de pesquisa sobre malária, em particular sobre fisiopatologia, imunidade e vacinologia de malária.

SM. O sr. poderia estar em Paris com a família, mas passa boa parte do tempo em Rondônia. O que sua família acha disso?
Hildebrando. O exílio provocado pela ditadura militar, em todos os casos, é causa de dispersão e desorganização das estruturas familiares com toda a gama de sofrimentos que isso acarreta. Pessoalmente posso me considerar relativamente feliz por ter conseguido ultrapassar, sem grandes dramas, essas contingências, mas pago evidentemente a minha taxa. Tenho filhos e netos em Paris, em São Paulo e em Washington. Minha esposa é cientista no Pasteur e mora em Paris. Quando me aposentei na França, considerando-me ainda válido, hesitei antes de tomar a decisão de me reintegrar às atividades de pesquisa na Amazônia. Acabei decidindo. A família lamentou mas acabou aceitando, considerando que eu me tornaria um velho ranzinza se tivesse ficado na França plantando rosas. Um aposentado na França dificilmente consegue trabalhar. Sofro por ver pouco meus familiares, mas pretendo reduzir progressivamente minha atividade e ainda ter oportunidade de gozar um pouco a paz da velhice em companhia deles.

Instituto Pasteur

Referência mundial em pesquisa básica em saúde, ensino e ações de saúde pública, o Instituto Pasteur é uma fundação privada não lucrativa, cujo objetivo é contribuir à prevenção e ao tratamento de doenças, principalmente as infecciosas. Sua sede central está localizada num campus em Paris, capital francesa, onde trabalham cerca de 2.500 pessoas. Além disso, forma uma rede internacional independente de Institutos Pasteur e Institutos Associados formando um conjunto original e autônomo sem equivalente no mundo.

Anualmente, cerca de 250 jovens cientistas de todo o mundo fazem curso de alto nível em microbiologia e imunologia em sua sede parisiense. Mais de 800 estagiários de 60 nacionalidades diferentes também vão se aperfeiçoar no Instituto Pasteur, cada ano.

À pergunta sobre quais foram os avanços e as frustrações em relação ás pesquisas e ao combate à malária no Brasil, Luís Hildebrando Pereira da Silva apresentou um importante histórico para o entendimento do curso da doença no país.

“No Brasil, o combate à malária foi bem sucedido por um período, nos anos 50, depois da Segunda Guerra Mundial, utilizando metodologias propostas pela Organização Mundial de Saúde na campanha mundial de erradicação, baseada essencialmente no uso de inseticidas de ação residual como o DDT e de antimaláricos sintéticos como a cloro-quina. O método foi muito eficiente para erradicar a malária em várias áreas da América do Norte e litorâneas do Brasil, assim como ao longo das bacias dos grandes rios como o São Francisco, o Paraíba, o Rio Doce e o Da Prata. Todas essas áreas eram endêmicas. Calcula-se que antes de 1950 o número de casos de malária no Brasil era da ordem de cinco milhões por ano, 10% da população da época; com a campanha, ficou reduzida praticamente à região amazônica e o número de casos baixou para menos de 50 mil anuais.

A campanha falhou na Amazônia, tanto do Brasil como dos países limítrofes, porque as habitações rurais são de difícil acesso, dispersas em grandes áreas e impróprias para aplicação de inseticida. A essa situação de dificuldade, acrescentou-se a resistência dos anofelinos aos inseticidas e do Plasmodium falciparum à cloroquina no curso dos anos 60. Agravou-se ainda mais a partir dos anos 70, quando o governo militar abriu estradas na Amazônia e implantou assentamentos agrícolas em várias áreas do norte do país, além do norte do Mato Grosso. Em Rondônia, a população aumentou de cerca de 100 mil habitantes nos anos 50 para mais de um milhão nos anos 80. Em conseqüência, houve uma explosão da malária na Amazônia, o número de casos anuais passou de menos de 50 mil no início dos anos 60 para cerca de 500 mil na década dos 80.

A resistência do Plasmodium falciparum a cloroquina e dos mosquitos aos inseticidas era um problema internacional, mais grave na África e na Índia onde a malária voltava a explodir nos anos 80. Em vista disso, a OMS organizou a “Conferência Interministerial de Malária” em Amsterdã, em 1992, da qual saíram novas estratégias, visando o controle e não mais a erradicação.

O Brasil já se antecipara nessas medidas, constituídas de intensificação das atividades de diagnóstico e tratamento precoce dos pacientes com malária, portadores do parasita, visando cortar a transmissão e reduzir a morbidade e a mortalidade. Na década de 90, essas estratégias exigiram a multiplicação de postos da Funasa para o atendimento de pacientes febris, o que permitiu a estabilização do número de casos anuais de malária em torno dos 500 mil. Em Rondônia, os postos triplicaram, com repercussões imediatas sobre o número de casos, que baixou progressivamente de 280 mil em 1990 para 60 mil em 1996/97.

Entretanto, um súbito incremento do número de casos, que pulou de menos de 500 mil em 1998 para mais de 600 mil, revelou a fragilidade das novas estratégias. Com esse alerta, o Ministério da Saúde lançou o Programa de Incremento de Ações de Controle da Malária (PIACM), reduzindo, novamente, o número de casos de cerca de 400 mil em 2001 para menos de 300 mil em 2002. Fiz parte da Comissão Científica de Assessoramento da Campanha. Primeiro, introduziu-se um incremento financeiro e técnico, associado a uma certa descentralização administrativa. Segundo, a retomada organizada das medidas pontuais de controle de vetores. Terceiro, a integração do controle da malária às ações básicas de saúde, como a dos programas de Saúde da Família (PSF) e de Agentes Comunitários (PACS); essa última medida ainda não foi inteiramente bem sucedida, mas demonstrou efeitos positivos.

Mas seriam essas medidas suficientes para reduzir o nível de transmissão a patamares mais baixos? Também poderiam contrapor-se a fatores de flutuação nos níveis de incidência, como as variações climáticas, as migrações humanas, a instalação de novos assentamentos agrícolas e extrativos; às modificações ambientais introduzidas pelo homem como os desmatamentos, alteração no curso de rios e lagos, além das adaptações dos mosquitos vetores e dos parasitas da malária? Não cremos.

Trabalhamos justamente sobre os fatores de instabilidade que explicam a manutenção de casos residuais de malária de onde derivam os surtos epidêmicos. No Cepem, trabalhamos sobre esses problemas há cerca de seis anos, em colaboração com pesquisadores do Departamento de Parasitologia da USP. Acreditamos ter posto a mão num dos fatores fundamentais, ao demonstrar a existência de um grande número de portadores assintomáticos que transmitem a doença. Apresentando apenas leves sintomas, ou nenhum, eles mantêm-se portadores de parasitas em pequeno número durante vários meses, sendo capazes de infectar mosquitos.

Nossas pesquisas apontaram a presença desses portadores assintomáticos em grande número nas áreas ribeirinhas dos grandes rios de Rondônia e mesmo em localidades suburbanas de Porto Velho. São fontes permanentes de infecção, das quais surgem os surtos epidêmicos. Estamos estudando medidas de controle para reduzir ou eliminar o papel dos portadores assintomáticos. As pesquisas nesse sentido estão em pleno desenvolvimento, com a preparação de projetos pilotos de controle.”

* Luís Hildebrando Pereira da Silva é professor, Diretor do Centro de Pesquisa do Instituto Pasteur em Paris e de Medicina Tropical em Porto Velho, ex-diretor do Departamento de Biologia Molecular e da Unidade de Parasitologia do Instituto Pasteur em Paris, França, autor dos livros "O fio da meada" e "Crônicas de Nossa Época", entre outros.


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