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CAPA

PONTO DE PARTIDA (pág. 1)
Renato Azevedo Júnior - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 4)
Heiner Flassbeck, economista e diretor da Unctad


SINTONIA (pág. 9)
José Ricardo de C. M. Ayres*


CRÔNICA (pág. 12)
Antonio Prata*


CONJUNTURA (pág. 14)
Os problemas da população de rua


DEBATE (pág. 18)
Haino Burmester e Laura Schiesari


MÉDICOS NO MUNDO (pág. 24)
O atendimento da população em regiões de alto risco


SUSTENTABILIDADE (pág. 28)
Alerta para o consumo de alimentos contaminados


GIRAMUNDO (págs. 30 e 31)
Curiosidades da ciência e tecnologia, da história e atualidade


PONTO COM (págs. 32/33)
Acompanhe as novidades que agitam o mundo digital


EM FOCO (pág. 34)
Sherlock Holmes, um doutor detetive


LIVRO DE CABECEIRA (pág. 37)
Sugestão de leitura de Krikor Boyaciyan*


HOBBY (pág. 38)
Esporte já não é exclusivo do universo masculino


CULTURA (pág. 40)
Arte urbana conquista espaço internacional


GOURMET (pág. 45)
Arroz indiano


POESIA( pág. 48)
Ana Cristina César


GALERIA DE FOTOS


Edição 57 - Outubro/Novembro/Dezembro de 2011

LIVRO DE CABECEIRA (pág. 37)

Sugestão de leitura de Krikor Boyaciyan*



Sete de paus 
 

Tenho um grande amigo, o conselheiro Marco Tadeu, que periodicamente costuma presentear-me com livros. Consumo-os rapidamente! Um deles é o Sete de paus, de Mario Prata, que li e gostei muito.

É uma eletrizante história policial, com um discreto toque de humor. Conta a trajetória de um serial killer, que inicia uma série de assassinatos por um professor (Dr. Hans Schneider) da Universidade Federal de Florianópolis, em Santa Catarina. De reputação imutável, ele aparece morto misteriosamente com um tiro na testa, com o próprio pênis introduzido na boca e uma carta de baralho (sete de paus) em sua virilha.

Durante a investigação, ocorre outro assassinato com as mesmas características, o que leva a polícia a trabalhar com a hipótese de se tratar de um serial killer.

Esses assassinatos são investigados pelos agentes da Polícia Federal de Florianópolis, Ugo Fioravanti Neto e seu jovem assistente, Darwin Matarazzo, que têm a missão de prender o criminoso o mais rápido possível.

O assassino, pela carta de baralho deixada no cadáver, envia um recado para os investigadores, assinalando que irá continuar a série de assassinatos até eliminar as outras seis vítimas.

Qual o motivo e quem estaria por trás desses crimes?

Mario Prata, escritor, dramaturgo e jornalista, natural de Uberaba (MG) e criado em Lins, no interior de São Paulo, consegue intercalar essa história que envolve crimes e intrigas com instantes de humor. E o faz muito bem, tornando a leitura cativante, instigante e hilariante.

As notas de rodapés, na maioria das páginas, constituem os melhores trechos da obra. São muito interessantes e jocosas, descrevendo de forma irônica os personagens envolvidos.

Aí vão algumas notas de rodapés:

(9) Delegado Prates, chefe de Fiora, delegado geral da Federal de Sta.Catarina. Incorruptível, sério. Enfim, cu-de-ferro ao extremo. Mas com um coração imenso. Sonha ser prefeito da ilha; 48 anos. Ninguém sabe, mas ele come meleca de nariz.
(14) Marcio, um dos mais simpáticos garçons do lugar. Faz caipirinha para a Fiora há mais de 20 anos. Bom garçom: não é surdo e fala pouco.
(23) Nem precisa ver no Google. Um dos políticos mais corruptos do Maranhão. Melhor nem citar o nome para evitar processos.
(26) Maria Alice Stultmann, linda alemãzinha, 30 anos, secretária do delegado geral. E, dizem, algo mais do que isto. Toma entre 10 e 15 latinhas de Coca Zero todos os dias.
(63) Doutor Mario Oshi Bigoshi, 26 anos, o médico que opera de macacão. Craque em sobra de peles. Gosta de tirar casquinhas de feridas. Nele.

Obra:  Sete de paus
Autor: Mario Prata
Editora: Planeta, 2008

(*) Conselheiro e diretor-corregedor do Cremesp. Doutor e mestre em Obstetrícia pela Unifesp.


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