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CAPA

PONTO DE PARTIDA (pág. 1)
Renato Azevedo Júnior - presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 4)
Mia Couto, biólogo e jornalista moçambicano


CRÔNICA (pág. 8)
Homenagem a Moacyr Scliar, médico e escritor, falecido em janeiro deste ano


SINTONIA (pág. 10)
Surge um novo conceito de doença e de saúde


CONJUNTURA (pág. 13)
Identificação possível


SAÚDE NO MUNDO (pág. 14)
Saúde Global versus Saúde Internacional


DEBATE (pág. 17)
A qualidade das embalagens comercializadas no país


GIRAMUNDO (págs. 22/23)
Curiosidades da ciência e tecnologia, da história e da atualidade


PONTO COM (pág. 24)
Acompanhe as novidades que agitam o mundo digital


EM FOCO (pág. 26)
Transtornos afetivos na infância


LIVRO DE CABECEIRA (pág. 29)
Confira a indicação de leitura de Caio Rosenthal*


CULTURA (pág. 30)
José Marques Filho*


GOURMET (pág. 36)
Uma receita especial de Debora Handfas Gejer e Geni Worcman Beznos


TURISMO (pág. 40)
A "suíça brasileira" bem ali, na Serra da Mantiqueira...


CARTAS & NOTAS (pág. 47)
Diretores e conselheiros da terceira gestão 2008-2013


POESIA( pág. 48)
Mia Couto em “Raiz de Orvalho e Outros Poemas”


GALERIA DE FOTOS


Edição 55 - Abril/Maio/Junho de 2011

GIRAMUNDO (págs. 22/23)

Curiosidades da ciência e tecnologia, da história e da atualidade

Debate radioativo


O futuro e a segurança das centrais nucleares de todo o mundo estão em xeque desde que um terremoto de nove graus na escala Richter, seguido por tsunami, em 11 de março, provocou explosões em uma usina atômica do Japão, liberando vapores radioativos no ambiente. O debate sobre a atividade nuclear como fonte de energia espalhou-se como radioatividade, com manifestações nas ruas e discussões em parlamentos de muitos países. Em Paris, os franceses saí­ram às ruas pedindo um referendo sobre o fim do programa nuclear. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou, em 21 de março, que a contaminação dos alimentos é mais grave do que se imaginava.

O poder da rede

O Oriente Médio passa por uma reconfiguração geopolítica desde que uma espécie de epidemia revolucionária, totalmente inédita, passou a derrubar ou desestabilizar ditaduras de pelo menos nove países da região – Egito, Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia, Sudão, Síria, Bahrein e Iêmen. Por trás das mobilizações não há partidos políticos, sindicatos ou organizações civis, mas o telefone celular e as redes sociais. No lugar de líderes libertários como Mahatma Gandhi ou Nelson Mandela, o Twitter e Facebook funcionam como catalisadores de um ideal e artífices da revolução. Mas alguns espaços deixados por ditaduras foram ocupados por organizações religiosas e fundamentalistas. No Egito, a Irmandade Muçulmana ressurgiu como força política central da atualidade, após 30 anos de proscrição. No Líbano, a província de Al Baida se autoproclamou um emirado islâmico. As ditaduras que agora caem tiveram apoio irrestrito dos Estados Unidos desde a Guerra Fria, o que contribuiu para arraigar sentimentos antiamericanos e antiocidentais. No vácuo de poder, as organizações políticas conservadoras e religiosas usam esse sentimento para conquistar popularidade.

Paleontologia de primeira

Nos últimos anos, a paleontologia brasileira apresentou importantes descobertas, aumentando a citação dos trabalhos científicos nacionais pelo mundo. Ossada de um novo dinossauro carnívoro, que media entre 12 e 14 metros, foi descoberta na Ilha do Cajual, no Maranhão. O espinossaurídeo “Oxalaia quilombensis”, o maior do Brasil, pesava entre cinco e sete toneladas e viveu há cerca de 95 milhões de anos. A descoberta foi anunciada em 16 de março, pela equipe do paleontólogo Alexander Kellner, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Na ocasião, a equipe anunciou também a descoberta de uma nova espécie de crocodilo e um lagarto extinto. Enquanto isso, o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP) exibe, até 31 de agosto, o crânio de um titanossauro de 120 milhões de anos. O fóssil, considerado o mais completo crânio dessa espécie, foi descoberto em 2008, na cidade de Coração de Jesus, em Minas Gerais.

Tiririca com a saúde


Artistas do picadeiro procuraram o deputado Francisco Everardo de Oliveira Silva, conhecido como Tiririca (PR-SP), para pedir que ele defenda propostas que garantam o direito à assistência médica nas cidades onde se apresentam – o que é dificultado pela exigência de comprovante de residência em alguns postos do SUS. Segundo a assessoria de imprensa do deputado, ele, que viveu no circo, deverá defender, no Congresso, propostas ligadas aos direitos dos povos circenses, entre elas a de garantia de acesso à saúde. Segundo a Assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, os circenses têm direito à assistência. Basta procurarem os postos de atendimento, mas, na prática, isso não acontece sempre. Alguns municípios adotam a exigência de comprovante de residência como forma de controle e para evitar desvios de recursos.

Mulheres na medicina

Segundo a Organização de Cooperação Econômica e Desenvolvimento, as médicas são hoje 54% do total de profissionais da medicina com menos de 35 anos em diversas regiões do mundo. Na América, Europa e África a proporção feminina nas escolas médicas aumentou, e na Inglaterra, 56% dos alunos que ingressaram neste ano nas faculdades são mulheres. Sob o título “Mudando a face dos cuidados médicos”, a edição global do The New York Times/Herald Tribune publicou uma matéria sobre o assunto dentro de uma série sobre o fator feminino nas profissões. Estudos do National Clinical Assessment Service apontaram que os profissionais do sexo masculino são alvo de queixa de pacientes com maior frequência e têm cinco vezes mais chances de ser suspensos de suas atividades profissionais.

Veja a matéria na íntegra AQUI


Brasileiros têm DNA europeu

O DNA do brasileiro, mesmo de quem se diz negro ou pardo, tem expressiva ancestralidade europeia, segundo estudo coordenado pelo geneticista Sérgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). De Belém a Porto Alegre, a ascendência europeia nunca é inferior a 60%, nem superior aos 80% – ficando a variação da contribuição negra entre esses dois índices, dependendo da região. A menor contribuição é a indígena, que só ultrapassou os 10% na região norte do Brasil. Embora tenha efeito visível, os genes da cor da pele e dos cabelos são poucos no conjunto que define a herança genética. No total, 934 pessoas participaram da pesquisa.
O estudo na íntegra está disponível na revista científica “PLoS One”, da Public Library of Science no endereço: http://bit.ly/ecaaPX

Fonte: Folha de S. Paulo


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