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CAPA

EDITORIAL (SM pág.1)
Homenagem especial a José Aristodemo Pinotti


ENTREVISTA (SM pág. 4)
Professora da PUC analisa a vida em sociedade


CRÔNICA (SM pág. 8)
Texto de Tufik Bauab, presidente da Sociedade Paulista de Radiologia


PALAVRA (SM pág. 10)
Saúde e Educação devem ser prioritárias para crianças entre 0 e 6 anos


CONJUNTURA (SM pág. 14)
Neuroética. Ficção científica é passado longínquo...


EM FOCO (SM pág. 16)
"A pílula mudou o status da mulher e da abordagem de saúde" (Rodrigues de Lima)


ESPECIAL (SM pág. 20)
Novas posturas reafirmam nosso compromisso com a comunidade e o meio ambiente


DEBATE (SM pág. 22)
Especialistas da USP avaliam preservação ambiental e sustentabilidade


GIRAMUNDO (SM pág. 28)
Nova coluna estreia com temas interessantes e atuais


HISTÓRIA (SM pág. 30)
Movimentos populares transformaram o modelo de saúde pública no país


LIVRO (SM pág. 35)
Títulos de presença obrigatória em sua estante


CULTURA (SM pág. 36)
Batatais reúne acervo precioso do pintor paulista Cândido Portinari


TURISMO (SM pág. 42)
Ao sul de Minas, uma cidade imperdível para visitar, praticar esportes e descansar


CARTAS (SM pág. 46)
Comentários dos leitores sobre algumas matérias da edição anterior, nº 47


POESIA (SM pág. 48)
Olavo Bilac


GALERIA DE FOTOS


Edição 48 - Julho/Agosto/Setembro de 2009

EDITORIAL (SM pág.1)

Homenagem especial a José Aristodemo Pinotti

Ponto de Partida

Uma perda irreparável

O professor doutor José Aristodemo Pinotti nos deixou no dia 1º de julho deste ano e o imenso legado que doou à humanidade faz da sua ausência uma perda irreparável. Sempre jovem nas ideias e maduro na experiência, ele destacou-se pela excelência do desempenho em todos os ramos da atividade humana nos quais participou.

Foi médico esmerado que conquistou o respeito e a confiança de suas pacientes, quer provenientes da elite quer das classes menos favorecidas. O carinho e a atenção que a elas dedicava, sem prejuízo do profissionalismo com que atuava, tornaram-no referência de comportamento médico.

Pinotti dedicou grande parte de sua vida ao ensino e à pesquisa médica. Várias gerações de especialistas, pesquisadores e professores em tocoginecologia têm o professor como referencial. O reconhecimento de sua atuação nessa área extrapolou os limites da universidade e as fronteiras do país. O conjunto de seus trabalhos permanecerá valioso, útil e disponível para muitas gerações de médicos que nos sucederão.

Na especialidade, Pinotti destacou-se como nenhum outro na defesa da atenção integral à saúde da mulher. Deve-se muito ao seu trabalho incessante a expansão desses serviços no Estado de São Paulo.

Na política de saúde, Pinotti foi um dos artífices do SUS e permaneceu como um defensor intransigente e incansável de seus princípios fundamentais. Nas instituições públicas que gerenciou não se limitou a planejar e propor, mas notabilizou-se também pela capacidade de execução.

O professor sempre foi um ardoroso defensor da classe médica e de suas entidades representativas. Foi respeitado por seus pares e mesmo aqueles que divergiam de suas opiniões reconheciam a legitimidade de seus objetivos. O Cremesp, particularmente, sempre teve nele um defensor leal, que não media esforços ou desgastes pessoais, sempre atuando no resgate da verdade e da justiça.

Pinotti sempre foi o amigo que comparecia nos momentos de dificuldades e, mesmo quando já adoentado, defendeu na tribuna da Câmara Federal a dignidade e a probidade do Cremesp quando atacadas injustamente.

Independentemente de partidos políticos, ele sempre exerceu os cargos para os quais foi eleito ou nomeado visando à melhoria da atenção à saúde da população, privilegiando sempre os menos favorecidos e dependentes do SUS. Prova disso é o respeito e a credibilidade que conquistou nos movimentos populares de saúde e outros movimentos sociais.

A grande obra do professor José Aristodemo Pinotti é uma herança delegada às gerações médicas que virão; seu comportamento ético e humanista é um paradigma para a classe.

A classe médica do Estado de São Paulo está em luto; perdemos um médico exemplar, um professor dedicado, um pesquisador esmerado, um administrador competente e, acima de tudo, um grande homem.


Henrique Carlos Gonçalves
Presidente do Cremesp


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