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13-09-2019 |
Operação Vagatomia |
Cremesp fornece provas inéditas de investigação sobre Universidade Brasil para PF e cobra providências da Justiça |
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Resultado de cinco sindicâncias do Conselho, diversas irregularidades foram detectadas no processo de revalidação, monitoria e abertura de vagas da instituição Como resultado de uma intensa investigação iniciada ainda em novembro de 2018, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) reuniu diversos indícios de irregularidades envolvendo a Universidade Brasil, alvo da Operação Vagatomia. Essas informações são fruto de cinco sindicâncias em curso na instituição. Além de Fernandópolis, outras unidades da rede de ensino, em oito municípios paulistas, foram alvo de criteriosa averiguação. Além da Polícia Federal, o material inédito reunido pelo Conselho também foi encaminhado, nesta sexta-feira (13/09), à Secretaria de Justiça e Cidadania de São Paulo. “Desde o início da nossa gestão à frente do Conselho, nos empenhamos em acelerar o levantamento das informações referentes às denúncias que recebemos. Essa força-tarefa, que há meses se dedica a apurar suposto esquema fraudulento, resultou neste dossiê que, de forma sigilosa, será compartilhada com demais órgãos competentes. O que podemos adiantar é que o suposto esquema extrapolou os limites de Fernandópolis, de São Paulo e chegou a outros estados do país”, comenda a Conselheira Flávia Casseb, responsável pela Delegacia Regional do Cremesp de S. J. do Rio Preto e região. Além disso, o Cremesp decidiu abrir sindicância para investigar a possível participação de 25 médicos do Estado no suposto esquema de fraudes da Universidade Brasil. Todas essas sindicâncias também seguirão sob sigilo, por determinação legal. “Não significa que esses profissionais, necessariamente, estejam envolvidos com algum ato ilícito. Mas é importante sabermos de que forma esses profissionais prestavam serviços nas unidades ligadas à Universidade Brasil e como funcionava a preceptoria ofertada aos alunos de Medicina”, finaliza Flávia Casseb. |



