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    07-06-2017

    Psiquiatria

    “Violência não esgota violência”, diz presidente do Cremesp

     

     

    Mauro Aranha participa do encontro sobre Prática Clínica em Psiquiatria no Brasil

    A violência como fenômeno social tem, em geral, um componente de intolerância. Já a violência contra profissionais de saúde, quase sempre, tem um componente de exclusão. Embora seja um fenômeno crescente, “complexo e multifatorial, a violência não esgota a violência”. A análise é do presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Mauro Aranha, que participou do encontro sobre Prática Clínica em Psiquiatria no Brasil, organizado pelo Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria (CEPP), realizado entre os dias 2 e 3 de junho, no auditório do Hotel Matsubara, na capital paulista. Aranha apresentou palestra sobre o tema “Violência contra o psiquiatra”.

    Aranha apresentou dados de pesquisa realizada pelo Cremesp e o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), destacando que as agressões aos profissionais são mais frequentes nos serviços públicos. “O paciente que procura atendimento, na maior parte das vezes, vem de um caminho de agruras que deságua na consulta, na qual, qualquer leitura de desprezo ao seu problema faz com que ele reaja com agressividade”, afirmou. Embora a pesquisa tenha apontado que a violência é mais frequente nos serviços públicos, ela também acontece em ambientes em que a relação entre o profissional e o paciente é mediada pela saúde suplementar. “Contribuem para esse cenário a falta de clareza dos planos de saúde sobre as restrições de cobertura”, informou o presidente do Cremesp.

    Aranha também esclareceu sobre como funciona o trâmite de denúncias de violência contra médicos dentro do Cremesp, lembrando que as  queixas relacionadas à Psiquiatria são pouco expressivas numericamente. Dentre as especialidades médicas, a Psiquiatria também não está entre as que sofrem mais violência. “Embora não seja muito frequente entre psiquiatras, sabemos que há uma onda crescente de violência contra médicos em geral, o que enseja preocupação, análise e ações de prevenção”, ressaltou.

    Aranha mencionou a campanha Violência não Resolve, iniciada em 2015 em conjunto com o Coren-SP, cujo objetivo é conscientizar profissionais e a população sobre o problema. Dados de uma sondagem realizada no início de 2017, com mais de 5 mil médicos e profissionais da Enfermagem do Estado, apontam que quase 60% dos entrevistados sofreram algum tipo de violência no ambiente de trabalho mais de uma vez. Chama atenção o fato de que a grande maioria dos profissionais não denuncia a agressão por não acreditar que medidas sejam tomadas pelas autoridades e porque não há políticas de proteção às vítimas. 

     

    Participantes da mesa comentam sobre a violência contra o psiquiatra

     

    Fotos: Joyce Cury


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