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    22-12-2016

    Fim da greve

    Após inclusão de reajuste no orçamento de 2017, residentes de São Paulo encerram paralisação

    Os médicos residentes do Estado de São Paulo enceraram, na quarta-feira, 21 de dezembro, a greve deflagrada há mais de um mês, após a inclusão do reajuste de 11,9% da Bolsa de Residência Médica  no orçamento do governo  estadual  de  2017.  A Assembleia Legislativa do Estado aprovou o orçamento contemplando o reajuste a partir do próximo ano. De acordo com o presidente da Associação dos Médicos Residentes do Estado de São Paulo (Ameresp), Flávio Taniguchi, a categoria decidirá, ainda, como irá negociar para receber os valores atrasados, que deveriam começar a ser pagos em março de 2016, como foi determinado por Portaria do Governo Federal.    

    Os residentes iniciaram a paralisação no dia 10 de novembro, pois São Paulo era o único Estado que ainda não havia repassado o reajuste determinado pela Portaria Interministerial nº 3, de 16 de março de 2016. Além do reajuste, pleiteavam outras medidas acordadas com a Comissão Nacional de Residência Médica para a valorização da categoria, dentre elas, melhorias nos hospitais e investimentos adequados na Saúde.

    A paralisação teve apoio do Conselho Regional de Medicina (Cremesp), que recebeu representantes da Ameresp , em sessão plenária  realizada em  22 de novembro.  Na ocasião, a plenária de conselheiros manifestou seu apoio à mobilização, entendendo-a  como ética e justa  (leia mais aqui). 


    Veja os comentários desta matéria


    Reajuste mais do que merecido para uma categoria desvalorizada pelo governo estadual ,que trabalha pelo menos 60 horas por semana passando por todos os tipos de situações estressantes no cotidiano,e tocando o grosso do serviço em hospitais públicos .
    Marcelo Vieira Miranda

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