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    19-11-2016

    Urgência e Emergência

    Fórum reuniu propostas sobre atuação profissional no atendimento pré-hospitalar


     Renato Françoso e  Mauro Aranha na mesa de abertura  
     

    Propostas às questões envolvendo a capacitação dos profissionais de saúde, suas atribuições no atendimento pré-hospitalar e no suporte intermediário de vida (SIV) foram discutidas no Fórum de Urgência e Emergência realizado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), no dia 19 de novembro, na Sede Consolação. A partir das sugestões apresentadas pelos participantes, a Câmara Técnica (CT) Interdisciplinar de Urgência e Emergência do Cremesp irá produzir um documento oficial que defina e estabeleça as competências dos profissionais de saúde que atuam nessas emergências.

    No encontro, o presidente do Cremesp, Mauro Aranha, elogiou o empenho das entidades e dos atores que participam do atendimento emergencial em unir esforços conjuntos na elaboração e apresentação de propostas que qualifiquem e otimizem a participação dos profissionais de saúde que atuam nessa frente, médicos e enfermeiros.

    "É importante para nós, como instituição, que cada vez mais consigamos definir e estabelecer protocolos que beneficiem especificamente e principalmente a população, que possui uma admiração especial pelas equipes de atendimento pré-hospitalar e que, sabemos, já prestam grandes serviços à comunidade. Meu compromisso, como presidente da Casa, é levar as discussões, contribuições e propostas prévias deste simpósio à plenária do Cremesp e, a partir daí, juntamente com o Conselho Regional de Enfermagem de SP, apresentar aos gestores públicos as necessidades de melhoria das ações propostas", enfatizou Aranha.


    Evento interdisciplinar reuniu representantes do Ministério da Saúde e Coren, entre outros

    Conduzido pelo conselheiro Renato Françoso, coordenador da Câmara Técnica Interdisciplinar de Urgência e Emergência do Cremesp, o Fórum contou com a participação de Fabíola de Campos Braga Mattozinho e Sérgio Dias Martucchi (Coren-SP), Marisa Aparecida Amaro Malvestio (Ministério da Saúde), Jorge Michel Ribera (Grupo de Resgaste e Atendimento a Emergências - Grau), Marcelo Itiro Takaro (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - Samu/SP), Claus Robert Zeefried e Adalgisa Nogueira Nomura (ambos da CT Interdisciplinar de Urgência e Emergência da Cremesp).

    Françoso destacou que a CT de Urgência e Emergência estimula amplas discussões dos problemas relacionados ao setor, em todos os níveis, incluindo as dificuldades do atendimento pré-hospitalar. "As reuniões realizadas com a participação do Coren-SP, de representantes do Samu e do Grau auxiliaram na elaboração das propostas, discutidas e aperfeiçoadas durante nossos encontros anteriores", informou.

    Problemas e Soluções

    Durante sua palestra, Sistema de Atendimento Pré-hospitalar (APH) - Estado atual, Marisa lembrou que "o momento mostra uma estagnação sob vários pontos de vista, em razão de desafios políticos, econômicos e sociais importantes e, entre estes, o envelhecimento da população e o aumento de pessoas desempregadas, forçando a migração dos pacientes dos planos privados de saúde e para o SUS". Ela lembra: "convivemos com uma transição demográfica muito acentuada, o modelo do atendimento público está bastante desatualizado e não nos preparamos para responder às demandas atuais". Para ela, "a regulação do APH é a chave para obter melhorias do sistema, que deve ser rapidamente reformulado para permitir que evolua". Segundo a representante do Ministério da Saúde, os principais desafios do setor APH são: garantir a capacitação dos 60 mil profissionais que atuam nessa frente; definir estratégias capazes de fixar os profissionais neste tipo de atendimento, principalmente médicos; e reordenar e compartilhar as competências, garantindo o acesso e o cuidado do paciente crítico, com segurança, mesmo na ausência do médico.

    Ao explicar as atribuições do Grau, Ribera levantou a questão da ausência de equipamentos especiais para o atendimento de urgência nas ambulâncias. "É preciso capacitar os enfermeiros e uma equipe de enfermagem plena, que possam atuar no atendimento dos pacientes críticos, tanto em unidades aéreas como terrestres, independente da presença do médico, estabelecendo protocolos que autorizem a atuação de enfermeiros experientes. Existem normas reguladoras, no setor, para o médico, mas não para o enfermeiro e é preciso estabelecer diretrizes para a atuação legal e harmônica desses profissionais", afirmou.

    Quanto a isso, Zeefried destacou que a telemedicina pode auxiliar porque “representa uma ferramenta imprescindível para otimizar a comunicação entre médicos e enfermeiros, na medida em que ampara os profissionais na sua tomada de decisão, estabelecendo quais manobras podem ser feitas com segurança e por qual profissional".  

    Tags: UrgênciaemergênciahospitaisfórumSAMUGraubombeirospacientecríticoatendimentoambulância.

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