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    13-02-2014

    Comissão Pró-SUS

    Encontro definiu início das mobilizações da classe médica deste 2014 para a semana de 7 de abril


    A Comissão Nacional Pró-SUS aprovou, no último dia 16 de janeiro, indicativo de protesto dos médicos, tendo a semana do dia 7 de abril, quando se comemora o Dia Mundial da Saúde, como referência para o início das mobilizações.

    Na avaliação geral do movimento, permanece o descontentamento com as condições de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS), com o subfinanciamento do setor e com o desrespeito do Governo Federal para com a classe.

    Entretanto, embora a realidade nacional não comporte uma paralisação prolongada, é necessária uma ação coordenada de mobilização dos médicos que, a partir de abril, deve ser fortalecida e ampliada.

    As discussões da comissão definiram os seguintes eixos norteadores:

     
    1- As reivindicações dos médicos na mobilização de abril são:
     
    a) Melhora do financiamento do SUS com a aprovação do projeto de lei de iniciativa popular que vincula 10% da receita bruta da União para a saúde (Saúde+10);
    b) Reajuste imediato da Tabela SUS – Código 7;
    c) Criação da Carreira de Estado para o médico e outros profissionais do SUS;
    d) Trabalho médico no SUS (precarização, PCCV, concurso público).
     
    2- As entidades médicas locais devem promover encontros para que sejam delineadas as possíveis formas de protesto e de mobilização, as quais serão compartilhadas durante a reunião ampliada;
     
    3- Os Conselhos de Medicina iniciarão um amplo trabalho de fiscalização no SUS, dentro de suas prerrogativas e atribuições;
     
    4- Após a reunião ampliada da Pró-SUS, será dado início ao processo nacional de divulgação da mobilização para os médicos e população, em todos os veículos disponíveis (jornais, revistas, portais, newsletter, redes sociais e outros), conforme cronograma de atividades a ser proposto pelas entidades médicas nacionais;

     
    5- O Conselho Federal de Medicina realizará pesquisa nacional para instrumentalizar o posicionamento e a mobilização dos médicos. Dentre os temas de abordagem está a percepção sobre carreira de Estado, trabalho no SUS e políticas governamentais;
     
    6- As equipes de comunicação das entidades irão propor uma estratégia de divulgação do movimento junto à imprensa e à sociedade, inclusive com a apresentação de identidade visual que uni?que as demandas, com o objetivo de evitar eventuais prejuízos à imagem do protesto dos médicos.

     
    Na próxima reunião do Pró-SUS, agendada para 26 de fevereiro, estes itens serão avaliados minuciosamente.

    O encontro de 16 de janeiro contou, ainda, com a participação de representante da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), que expos a situação da Santas Casas e defendeu a aliança entre as instituições e os médicos na busca de objetivos comuns.

    Em tempo
     
    A Comissão Nacional Pró-SUS lembra que a mobilização dos médicos está em debate no âmbito das entidades nacionais – Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (Fenam) –, assim como em suas filiadas e federadas. O sucesso das ações programadas exige o envolvimento e colaboração de todos nesta luta.

     

    Fonte:  COMISSÃO NACIONAL PRÓ-SUS (Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina, Federação Nacional dos Médicos)

    Tags: COMSUmobilizaçãoclasse médicacomissãoSUS.

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