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17-08-2012 |
Saúde suplementar? |
Praticamente 8 em cada 10 pacientes enfrentam algum tipo de problema para obter atendimento e 15% têm de recorrer ao SUS |
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Entre os usuários que utilizaram os serviços de planos de saúde nos últimos dois anos, 77%, praticamente 8 em cada 10, enfrentaram algum tipo de problema para obter o atendimento. A média foi de 4,2 problemas por pessoa. Entre os mais frequentes foram apontados problemas para a realização de consultas (64%), exames diagnósticos (40%) e, o que é gravíssimo, para atendimento em pronto-socorro (72%), quando a pessoa mais necessita de agilidade. Outra constatação grave foi a de que 20% dos usuários tiveram de recorrer ao serviço público (15%) e/ou particular (9%) por falta de opção de serviços de saúde em seu plano de saúde nos últimos 24 meses. Os entrevistados também reclamaram que têm dificuldades para realização de exames e procedimentos de maior custo pelos planos de saúde. Estes foram alguns resultados da pesquisa do Instituto Datafolha para a Associação Paulista de Medicina (APM) sobre o atendimento dos planos de saúde aos pacientes no Estado de São Paulo. “Quando 15% dos usuários de planos e seguros saúde precisam recorrer ao SUS há uma transferência vexatória de recursos públicos para o setor privado”, alertou o presidente do Conselho Regional de Medicina Estado de São Paulo (Cremesp), Renato Azevedo Júnior, que participou da apresentação do estudo na manhã desta quarta-feira (15/08), na sede da APM. No caso das consultas, as principais queixas são a demora para marcação ou autorização e descrendenciamento do médico do plano. Em exames diagnósticos, as reclamações recorrentes são de demora para marcação de exames e procedimentos, além de poucas opções de laboratórios, entre outros. Já em pronto-socorro, entre as principais reclamações aparecem local de espera lotado (67%), demora para atendimento (51%), demora para realização de exames (12%), locais inadequados para medicação (12%), negativa de atendimento (5%), demora ou negativa na transferência para leito hospitalar (4%). Os resultados da pesquisa e o novo serviço telefônico foram apresentados em entrevista coletiva à imprensa, coordenada pelo presidente APM, Florisval Meinão, que também contou com a participação do segundo vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloisio Tibiriça Miranda; do segundo tesoureito da Associação Médica Brasileira, José Bonamigo, do secretário de Saúde Suplementar, Márcio Bichara; e da coordenadora institucional da ProTeste Maria Inês Dolci; entre outros. Veja a pesquisa na íntegra AQUI Leia também: Fonte: APM/Cremesp |






