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    02-03-2012

    Avaliação do SUS

    Idsus aponta que 27% da população vive em cidades com índices mais baixos de qualidade dos serviços

    O Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (Idsus), criado pelo Ministério das Saúde para medir o acesso do usuário e a qualidade dos serviços da rede pública, apontou  que 27% da população do país vive nas cidades que obtiveram as notas mais baixas do estudo. Dos 5.563 municípios brasileiros, 1.150 (20,7% do total) receberam pontuação abaixo de 5, em uma escala de 0 a 10. Nessas cidades, onde a infraestrutura de saúde é classificada de alta, média ou baixa, vivem mais de 50 milhões de brasileiros.

    Mais de 70% da população (134 milhões de pessoas) estão em 4.066 cidades (73,1% do total de municípios), que receberam notas entre 5 e 6,9. Somente 1,9% – cerca de 3,2 milhões de brasileiros – reside no grupo dos 347 municípios com melhor pontuação (superior a 7).

    O os resultados foram divulgados na quinta-feira (1/02) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.Para calcular o desempenho do SUS  em cada cidade, os municípios foram divididos  em seis grupos, dependendo da condição econômica e da estrutura de saúde disponível (hospital, posto de saúde, laboratório).

    O grupo 1 reúne os 29 municípios com melhor renda e infraestrutura de atendimento, com população total de 46 milhões de pessoas. No topo da lista, aparece Vitória, com nota 7,08. O grande número de exames para detecção de Aids (84% em 2010), alto percentual de cura de pacientes com tuberculose (80% em 2010) e atendimento de excelência a crianças com câncer são alguns dos indicadores que elevaram o resultado da cidade, segundo análise de técnicos do Ministério da Saúde.

    Em último lugar desse grupo está o Rio de Janeiro, com 4,33. Mesmo com a expressiva condição econômica e com a existência de hospitais e atendimento de referência, a baixa cobertura de assistência básica, como equipes do Programa Saúde da Família, afetou o desempenho da capital, conforme o diretor de Monitoramento e Avaliação do SUS do ministério, Paulo de Tarso.

    O levantamento traz um ranking dos estados. Apenas nove ficaram acima da média do Brasil, que é de 5,47.  Santa Catarina (6,29), Paraná (6,23)  e Rio Grande do Sul (5,9) foram são os primeiros colocados. O Estado de São Paulo (5,77) aparece em 7ª  posição, abaixo de Minas Gerais (5,87), Espírito Santo (5,79) e Tocantins (5,78).       
    O estados que apresentaram o pior desempenho foram Pará (4,1) Rondônia (4,49) e  Rio de Janeiro (4,58).

    Entre as cinco regiões do país, o Sul teve o melhor resultado (6,12), seguido do  Sudeste (5,56),  Nordeste (5,28), Centro-Oeste (5,26) e Norte (4,67).

    O Idsus é o cruzamento de 24 indicadores que avaliaram o acesso e a efetividade dos serviços nas unidades públicas de saúde. Entre eles, a proporção de gestantes com mais de sete consultas pré-natal, a quantidade de exames preventivos de câncer de colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos, a cura de tuberculose e hanseníase e mortes de vítimas de infarto.

    Fonte; Agência Brasil/ Carolina Pimentel   

    Tags: IdsusSUSdesempenho.

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    Sem médicos não há PSF, no máximo haverá PACs. Sem salários dignos e respeito ao profissional médico, o mesmo não terá motivação de permanecer no cargo. Estatutários são aviltados no desempenho de suas funções. Não há qualidade de atenção básica se não há compromisso com o médico.
    Monica

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