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10-11-2011 |
Planos de saúde |
Comissão estadual recomenda atenção dos médicos aos novos valores de consulta |
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Em função do avanço nas negociações com as operadoras e planos de saúde, os médicos decidiram pelo fim das paralisações escalonadas por especialidade, mas pela continuidade das negociações com aquelas que ainda não apresentaram propostas satisfatórias. Essa decisão foi anunciada na última segunda-feira, 31 de outubro, pela Comissão Estadual de Mobilização Médica para a Saúde Suplementar – formada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Associação Paulista de Medicina (APM), Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), entre outras entidades médicas e sociedades de especialidade – reunida nos dias 10 e 31 de outubro, na sede da APM, para discutir os rumos do movimento e os resultados das negociações com as operadoras e planos de saúde. Contatadas para negociar a grave defasagem dos honorários médicos – após a paralisação de 7 de abril deste ano, que teve por objetivo chamar a atenção da sociedade para a defasagem dos honorários e a grave interferência na autonomia do médico, a maioria das operadoras de seguros e planos de saúde apresentou propostas consideradas positivas, com reajuste médio acima de 40% para consultas. Em alguns casos, a atualização de valores ultrapassou 100%. Em função do avanço nas negociações, no encontro do dia 31 a Comissão decidiu pelo fim das paralisações escalonadas por especialidade, mas pela continuidade das negociações. “O desfecho do movimento é positivo. Nos últimos dez anos é a primeira vez que conseguimos negociar com tantas operadoras ao mesmo tempo. O resultado não foi o desejado, mas é aceitável no momento”, afirmou João Ladislau Rosa, representante do Cremesp na comissão. Segundo Ladislau, “a maioria das operadoras respondeu ao chamado da comissão para negociar, por isso decidimos interromper o ciclo de paralisações, mas vamos continuar a nos reunir para traçar novas estratégias de negociação com as empresas para o próximo ano”. Negociações continuam Outras cinco operadoras chegaram a R$ 60 por consulta ou ultrapassaram esse valor. Das restantes, quatro enviaram propostas abaixo de R$ 50, que não foram aceitas pela comissão, e outras 19 operadoras não se manifestaram. Para Ladislau, “o movimento como um todo mostrou à sociedade a situação em que se encontra a saúde suplementar, e as pessoas agora sabem o quanto os médicos recebem de fato, e que são as operadoras que têm um lucro brutal”. Em sua avaliação, “o movimento também conseguiu revalorizar a imagem do médico junto à sociedade”. Valores de consulta propostos pelas empresas |




