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CAPA

EDITORIAL (JC pág. 2)
Momentos críticos marcaram a sobrevivência do SUS no ano que passou...


ENTREVISTA (JC pág. 3)
O advogado previdenciário Gândara Martins fala sobre a aposentadoria especial para médicos


ATIVIDADES 1 (JC pág. 4)
Publicidade médica: conscientização para reduzir número de processos


ATIVIDADES 2 (JC pág. 5)
Plenária especial avalia demissões no Servidor Público Estadual


ATIVIDADES 3 (JC pág. 6)
Resolução do Cremesp, pioneira no país, regulamenta atividades das UTIs paulistas


ATIVIDADES 4 (JC pág. 7)
Índice de reprovação dos formandos de Medicina torna o Exame do Cremesp foco da mídia paulista


ESPECIAL (JC págs. 8 e 9)
Falsos médicos: registros do Conselho sobre crescimento dos falsários são alarmantes


GERAL 1 (JC pág. 10)
Em Opinião de Conselheiro, Antonio Pereira Filho aborda emissão de atestados falsos


EPIDEMIA (JC pág. 11)
Atenção ao diagnóstico da dengue: "estima-se que para cada caso sintomático ocorram dez asintomáticos"


ENSINO MÉDICO (JC pág. 12)
Veja a opinião de Nildo Alves Batista sobre a graduação médica no país


GERAL 2 (JC pág. 13)
Na Coluna dos Conselheiros do CFM desta edição, Ato Médico e Decisões Judiciais


ALERTA ÉTICO (JC pág. 14)
Esclareça suas dúvidas sobre a presença de acompanhante durante consulta ou exames


GERAL 3 (JC pág. 15)
Auto-hemoterapia: Conselho Federal de Medicina divulga parecer-consulta


HISTÓRIA (JC pág. 16)
Centro Médico da Polícia Militar: 115 anos de história e serviço público de excelência


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Edição 244 - 01/2008

ATIVIDADES 4 (JC pág. 7)

Índice de reprovação dos formandos de Medicina torna o Exame do Cremesp foco da mídia paulista



EXAME DO CREMESP REPERCUTE NA MÍDIA

Portais da internet e jornais de São Paulo repercutiram o resultado do Exame do Cremesp 2007. Em todas as publicações, o foco foi a reprovação de 56% dos formandos de Medicina

Algumas hipóteses foram levantadas para justificar o baixo índice de aprovação dos egressos. Dentre elas, a abertura indiscriminada de novas faculdades na área e o boicote de algumas instituições de ensino, a exemplo da Unifesp. A numerosa ausência desses estudantes foi considerada “uma boa medida da abstenção dos alunos”, segundo O Estado de S. Paulo.

A não obrigatoriedade do exame também foi sugerida como comprometedora, pois implicaria uma participação desigual das instituições, o que prejudicaria a precisão dos resultados.

A Agência Estado, os portais Terra, Uol, G1 e IG, a Tribuna de Santos e o Jornal de Jundiaí relacionaram a má formação dos alunos à proliferação de universidades, o que estaria acarretando um aumento significativo de denúncias contra os profissionais da área médica.

Além desse diagnóstico, deu-se destaque à preocupante deficiência na formação dos estudantes para atendimento de emergência, já que é a porta de entrada dos médicos e de pacientes que requerem maior atenção.

No editorial Diplomas na UTI, a Folha de S. Paulo se colocou favorável à obrigato¬riedade do exame para o exercício da profissão, como ocorre com os advogados. O jornal prende-se à lógica de que “os números seriam ainda piores caso o exame fosse obrigatório”. Aferindo-se os resultados, o Cremesp admite essa conexão, afirmando, em nota à Imprensa, que “há deficiências no ensino médico no Estado”, já que “em tese, os alunos melhor preparados demonstram maior interesse em participar da avaliação”.

CRM-ES realiza o seu primeiro
Exame de Egressos

Em sua edição inicial, formandos capixabas obtêm 100% de aprovação. Exame também é destaque na imprensa da região

A experiência de três anos na realização do Exame de Egressos do Cremesp levou  o CRM-ES (Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo) a promover seu primeiro exame em 10 de novembro de 2007. Dos 160 formandos do Estado, 53% aderiram à iniciativa, e o índice de aprovação dos alunos alcançou 100%.


Em entrevista ao Jornal do Cremesp, o presidente do CRM-ES, Fernando Rodrigues Costa, disse que a motivação para a promoção da prova é avaliar o impacto da abertura de novas instituições de ensino médico e a necessidade de obter um perfil dos egressos capixabas.

Das cinco faculdades do Estado, apenas duas (Emescam - Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória e UFES – Universidade Federal do Espírito Santo) puderam participar da avaliação, pois as demais ainda não possuem formandos.

O teste aplicado no Espírito Santo também foi elaborado pela Fundação Carlos Chagas, mas só a etapa teórica foi aplicada.

Costa afirma que a receptividade dos avaliados foi satisfatória. “Os alunos consideraram a experiência excelente”. A qualidade na elaboração das questões foi ressaltada, e os estudantes manifestaram o desejo de que a avaliação se tornasse obrigatória.

Para o presidente do CRM-ES a iniciativa foi bem sucedida, de forma geral. “A prova foi objetiva e as questões bastante claras. Testou-se o aluno sobre os conhecimentos mínimos necessários”. Entretanto, apesar de os avaliados terem alcançado êxito em pelo menos 60% da medição, o conselho mantém-se cauteloso. Os prognósticos são bons, porém só com a inclusão das outras três universidades do Espírito Santo, será possível avaliar a qualidade do ensino médico da região.

Há previsão de outros Estados aplicarem o Exame. Segundo Costa, essa medida é importante para que se analise a educação médica no Brasil como um todo. “Esse tipo de avaliação permite a busca pela melhoria da qualidade do ensino a ser oferecido“. Para ele, o aumento do número de escolas médicas em todo o país também é inquietante. “A não existência de um crivo do MEC aumenta as fileiras de acadêmicos e hospitais sem a mínima estrutura. A realização do Exame mostra a preocupação do CRM-ES com o lançamento do profissional no mercado de trabalho”, avalia.


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