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CAPA

EDITORIAL
A análise sem preconceito da qualidade do ensino médico - Isac Jorge Filho


ENTREVISTA
Maria Cristina Cury, secretária municipal de Saúde


GERAL 1
Destaque p/a posse das novas diretorias da AMB e APM


CBHPM
Projeto de Lei 743/2005 é apresentado por deputados estaduais médicos


ATIVIDADES DO CONSELHO
Módulo de dezembro de EMC aborda Infectologia, Psiquiatria e Neurologia


COMUNICAÇÃO
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FORMAÇÃO MÉDICA
Inscritos na primeira etapa do exame do Cremesp superou expectativas


ATUALIZAÇÃO
A prevenção e o diagnóstico do câncer de próstata


ARTIGOS
Opinião do conselheiro - Lavínio Nilton Camarim e Itiro Shirakawa


GERAL 2
Delegado do Cremesp em Ribeirão Preto, Nelson Okano, é homenageado


AGENDA
Destaque para a visita que o Cremesp realizou ao Jornal Folha de S. Paulo


NOTAS
Alerta Ético sobre imperícia


GERAL 3
Médicos do Estado conquistam reajuste salarial


HOMENAGEM
O médico patologista João Paulo Aché de Freitas é o homenageado desta edição


GALERIA DE FOTOS



Edição 218 - 10/2005

GERAL 1

Destaque p/a posse das novas diretorias da AMB e APM


Entidades médicas

Tomam posse novas diretorias da AMB e da APM

Solenidade, no Teatro Abril, contou com 1.500 pessoas

A Associação Médica Brasileira (AMB) e a Associação Paulista de Medicina (APM) têm novas diretorias, que dirigirão as entidades durante o triênio 2005/2008. A posse solene foi realizada no Teatro Abril, em São Paulo, Capital, em 28 de outubro. A APM passou a ser presidida por Jorge Carlos Machado Curi, que também é conselheiro do Cremesp. Curi substituiu José Luiz Gomes do Amaral, que, por sua vez, assumiu a presidência da AMB sustituindo Eleuses Paiva.

Personalidades, políticos e lideranças médicas participaram da cerimônia, entre os quais: o ministro dos Esportes, Agnelo Queiroz; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; o prefeito de São Paulo, José Serra; o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata; o presidente da Frente Parlamentar de Saúde, deputado federal Rafael Guerra; o presidente do Conselho Federal de Medicina, Edson Andrade; o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo, Cid Carvalhaes; e o vice-presidente do Cremesp, Desiré Callegari.  
 
O novo presidente da APM ocupou a presidência da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, por duas gestões consecutivas, de 1995 a 1999 e também foi vice-presidente do Departamento de Gastroenterologia e Cirurgia da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas.
Curi enfatizou a importância da parceria entre todas as entidades médicas. “Não há outra forma de suplantar desafios como a abertura indiscriminada de cursos de Medicina, a falta de vagas para residência médica e de verbas para o serviço público de saúde, além dos desmandos no setor privado. Será necessário o empenho máximo de cada um de nós para reverter este ‘cenário sombrio’, luta que já iniciamos vencedores, tendo como herança o trabalho das gestões de Eleuses e José Luiz, que hoje terminam, mas também se reiniciam”, destacou Curi.

Também fazem parte da diretoria da APM os conselheiros do Cremesp, Ruy Tanigawa, Akira Ishida e Renato Françoso Filho.

Associação Médica Brasileira

O novo presidente da AMB, José Luiz Gomes do Amaral, presidiu a APM nos últimos seis anos e é professor livre-docente da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp) e professor titular do Departamento de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva da Unifesp/EPM desde 1991. “Os obstáculos não serão pequenos, mas poderei contar com uma diretoria credenciada e, acima de tudo, com a confiança da sociedade e dos médicos. Dela emanará a força para dirigir uma entidade como a AMB. Disponho-me a servir, incansavelmente, a medicina e a sociedade brasileira”, afirmou José Luiz.

Nova diretoria da APM

Presidente: Jorge Carlos Machado Curi
1º vice-presidente: Florisval Meinão
Secretário geral: Ruy Y. Tanigawa
1º Secretário: Renato Françoso Filho
Administrativo: Akira Ishida
Administrativo adjunto: Roberto de Mello

Nova diretoria da AMB

Presidente: José Luiz Gomes do Amaral (SP)
1º vice-presidente: José Carlos Raimundo Brito (BA)
2º vice-presidente: Hélio Barroso dos Reis (ES)
Secretário-geral: Edmund Chada Baracat (SP)
1º secretário: Aldemir Humberto Soares (SP)
1º tesoureiro: Amilcar Martins Giron (SP)
2º tesoureiro: Luc Louis Maurice Weckx (SP)

Crise na Saúde

Santas Casas param atendimento por 24 horas

Funcionários de Santas Casas de Misericórdia de todo o país realizaram uma paralisação por 24 horas no dia 18 de outubro em protesto contra a falta de reajuste na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). Em São Paulo, a paralisação atingiu 90% das 450 unidades da Santa Casa, segundo a Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos de São Paulo (Fesehf). As consultas e cirurgias marcadas foram suspensas e somente os casos de urgência e emergência foram atendidos. A principal reclamação dos hospitais é com a defasagem da tabela do SUS.

Segundo João Pavão, diretor das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos de São Paulo, a paralisação foi “um movimento responsável que tem com objetivo tentar sensibilizar tanto o governo quanto a opinião pública. Queremos mostrar que o valor da tabela do SUS é insuficiente para o tipo de atendimento que fazemos”. Pavão garantiu que nenhum paciente foi prejudicado e que as consultas foram remarcadas, para que nenhuma pessoa deixe de ser atendida.

A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde informou que o órgão reconhece a defasagem da tabela do SUS, mas disse que não há o que fazer. O último reajuste na tabela ocorreu em setembro, com um repasse de R$ 226 milhões. Em visita a São Paulo em outubro, o ministro da Saúde, Saraiva Felipe, disse que é impossível reajustar a tabela do SUS. Segundo o Ministério, até o final do ano R$ 30 milhões vão ser investidos nas Santas Casas. Já a partir do próximo ano, o investimento anual deve ser de R$ 200 milhões.

Comissão bipartite busca soluções para as Santas Casas

Os inúmeros problemas que atingem as Santas Casas e seus corpos clínicos estão sendo estudados por uma comissão conjunta que reúne o Cremesp e a Federação e Sindicato das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas do Estado de São Paulo (Fesehf). O trabalho iniciou-se logo após a visita da diretoria da Fesehf ao Cremesp em agosto último. Entre os objetivos estão: a busca de meios e recursos que possibilitem um funcionamento sem crises; a adequação entre os estatutos dos Hospitais e os regimentos internos dos corpos clínicos, com respeito mútuo, visando por fim às contínuas discussões, principalmente no que diz respeito à figura do Diretor Clínico, que deve sempre ser o responsável pelo corpo clínico e não pela administração; os plantões, principalmente os não presenciais. A comissão, que se reúne periodicamente no Cremesp, é integrada por dois membros e um advogado de cada entidade.

Por solicitação do Cremesp, a diretoria da Federação está auxiliando na intermediação da crise entre a administração e o corpo clínico na Santa Casa de São José dos Campos. Segundo o presidente do Conselho, Isac Jorge Filho, “os trabalhos da comissão bipartite serão difíceis já que os problemas são crônicos. Os médicos precisam dos hospitais para trabalhar, mas os hospitais não funcionam sem médicos; os corpos clínicos têm autonomia e não estão subordinados a uma relação patrão/empregado, sob pena de que essa relação se configure, o que seria fatal para o orçamento das Santas Casas”. O presidente do Cremesp acrescentou que “as Santas Casas são hospitais públicos, criados e mantidos pela comunidade, não tendo ‘donos’. Em uma relação ideal a Provedoria e a Mesa Administrativa devem ser consideradas e respeitadas como representantes da população, pois trabalham para administrar um bem público não governamental”. Disse, ainda, que os corpos clínicos devem ser respeitados como um conjunto de médicos, regidos por um regimento interno, que tem no hospital seu local de trabalho profissional e que devem dedicar o melhor de seus esforços a serviço da saúde da coletividade. “A autonomia para o exercício profissional deve ser regida pelo seu Código de Ética e sob aspectos administrativos, respeitando as normas da instituição”, concluiu.


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