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CAPA

EDITORIAL (pág. 2)
Lavínio Nilton Camarim - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Mauro Hilkner Silva


INSTITUIÇÃO DE SAÚDE (pág. 4)
HC de Ribeirão Preto é referência terciária para 90 municípios da região Nordeste do Estado


REMUNERAÇÃO (pág. 5)
Cremesp já recebeu mais de 100 denúncias envolvendo remuneração médica


SUS (pág. 6)
SES-SP lança manual técnico com informações sobre arboviroses


ATO MÉDICO (pág. 7)
Cremesp aciona Justiça para garantir prerrogativas médicas


CRISE NA SAÚDE (pág. 8, 9 e 10)
Subfinanciamento da Saúde e má gestão levam Conselhos de Medicina a questionar MS


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág. 11)
Presidente do Cremesp é homenageado pela Santa Casa de Franca


EU,MÉDICO (pág. 12)
Flavio Henrique Nuevo Benez


JOVENS MÉDICOS (pág. 13)
Novas normas para Residência Médica devem vigorar a partir de 2018


EDITAIS (pág. 14)
Convocações


BIOÉTICA (pág. 15)
Escolha de antimicrobianos depende de reflexões éticas dos médicos


GALERIA DE FOTOS



Edição 350 - 08/2017

INSTITUIÇÃO DE SAÚDE (pág. 4)

HC de Ribeirão Preto é referência terciária para 90 municípios da região Nordeste do Estado


HC de Ribeirão Preto é referência terciária para 90 municípios da região Nordeste do Estado

Ao longo dos seus 61 anos de existência, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP), consolidou-se como importante centro de referência para o atendimento em saúde e de ensino e pesquisa da América Latina.

Primeiro hospital a rea­lizar um transplante de rim com doador cadáver, é referência em transplantes de rim, fígado, pâncreas, medula óssea e de córnea. Também foi pioneiro em transplante de células- tronco no País, para o tratamento da esclerose múltipla e da diabetes mellitus tipo 1, e se destaca internacionalmente em cirurgia de epilepsia.    

Vinculado administrativamente à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e associado à FMRP-USP para fins de ensino, pesquisa e prestação de serviços médico­hospitalares, o hospital é referência terciária para quatro Departamentos Regionais de Saúde do Estado de São Paulo (DRS) — Ribeirão Preto, Franca, Barretos e Araraquara —, envolvendo cerca de 90 municípios, com uma população total estimada em aproximadamente 4 milhões de habitantes. 

O orçamento do Governo do Estado para o hospital, em 2017, aproximou-se de R$ 506 milhões. Deste total, 68% foram aplicados em pessoal; e o restante, em custeio e investimento. Como resultado do atendimento que o hospital presta ao SUS, o HC recebeu adicionalmente, do Ministério da Saúde (MS), perto de R$ 172 milhões – gerenciados pela Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do HCFMRP-USP (Faepa). “Esse montante foi integralmente aplicado em benefício do atendimento do SUS, em pessoal, custeio e investimento no hospital”, afirma o superintendente e professor da FMRP-USP, Benedito Carlos Maciel. 

“A grave crise financeira por que passa o País, nos últimos anos, teve impacto muito importante na arrecadação de impostos federais e estaduais, com consequente limitação de recursos dessas duas fontes fundamentais para o orçamento do nosso hospital”, avalia Maciel. Apesar das dificuldades, ele afirma que um grande esforço tem sido empreendido pela administração e pelas equipes profissionais no sentido de racionalizar e otimizar a utilização dos recursos financeiros.  “Em que pesem todas essas dificuldades, até o momento, temos conseguido manter o volume de atendimento oferecido à população sem prejuízo da qualidade”, diz Maciel.  

 

Desafios

Maciel revela que “os desafios para manter o mesmo padrão de atendimento são persistentes ao longo do tempo e exigem contínuo esforço institucional no sentido de desenvolver as atividades de atenção à saúde com elevado nível de qualidade e segurança para os pacientes, bem como em volume compatível com as necessidades do SUS”.

Entre eles, Maciel destaca o programa de reestruturação e ampliação da infraestrutura, planejado em consonância com as necessidades de atendimento em especialidades que apresentem demanda elevada no SUS ou tenham infraestrutura limitada. “Mesmo com velocidade um pouco reduzida, esse projeto fará com que o hospital tenha um acréscimo de quase 25% no seu atual número de leitos, além de aprimoramento significativo na infraestrutura de atendimento e tratamentos ambulatoriais", conclui

 

Complexo hospitalar

Múltiplas especialidades e subespecialidades médicas, clínicas e cirúrgicas e atividades multiprofissionais em saúde estão contempladas no HCFMRP-USP, que dispõe de 877 leitos hospitalares, sendo 171 para emergência e 35 para UTI.  Esses leitos do Hospital das Clínicas correspondem a 51% daqueles oferecidos pelo SUS à população de Ribeirão Preto e a 32% do total ofertado em toda a região da DRS XIII. O HCFMRP-USP é responsável por 78% do atendimento de alta complexidade na internação; e 63% na alta complexidade em ambulatórios, bem como de 50% no atendimento de média complexidade.  

Em todo o Complexo Hospitalar são mais 198 leitos disponibilizados à população por meio do Hospital Estadual de Ribeirão Preto, Hospital  Estadual de Américo Brasiliense e o Centro de Referência à Saúde da Mulher. Além disso, conta com uma Clínica de Convênios e uma Clínica Civil, ambas sob a gestão da Faepa, para atendimento a pacientes usuários de convênios médicos e particulares.

 

Centro de formação

Desde sua fundação, em 1956, o HCFMRP­USP tem servido como importante campo de ensino e pesquisa para a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP, oferecendo atendimento em 73 diferentes especialidades ou subespecialidades médicas. “É inequívoca a relevância do papel do complexo hospitalar como centro de formação de pessoal na área da Saúde”, afirma Maciel.

Segundo o superintendente, os mais de 400 projetos de pesquisa desenvolvidos, anualmente, permitem dimensionar o engajamento da gestão do complexo hospitalar na produção de novos conhecimentos. “Neste ano, só para Residência Médica foram abertas 316 novas vagas. Creio que esses elementos demonstram o relevante papel social do hospital no Estado”, destaca. 


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