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CAPA

EDITORIAL (pág. 2)
Mauro Gomes Aranha de Lima - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Adilson Soares


INSTITUIÇÕES DE SAÚDE (pág. 4)
Raiva humana


CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA (pág. 5)
Revisão do CEM


SETEMBRO AMARELO (pàg. 6)
Campanha contra o suicídio


ÉTICA MÉDICA (pág. 7)
Comitê de Bioética Hospitalar


SUS (págs 8 e 9)
Sistema público de saúde


EXAME DO CREMESP (pág. 10)
Avaliação acadêmica


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág. 11)
Congresso Nacional e Internacional de Direito Homoafetivo


EU MÉDICO (pág. 12)
Cristiane Barbieri


JOVENS MÉDICOS (pág. 13)
Residência Médica


CONVOCAÇÕES (pág. 14)
Editais


BIOÉTICA - (Pág. 15)
Judicialização


GALERIA DE FOTOS



Edição 340 - 09/2016

ÉTICA MÉDICA (pág. 7)

Comitê de Bioética Hospitalar


Autonomia e Paternalismo são debatidos pelo
Comitê de Bioética Hospitalar


Grupo planeja evento para sensibilizar sobre importância dos comitês
 

O Paternalismo, desde o Egito Antigo até as definições atuais sobre Paternalismo Fraco (pessoas com capacidade decisória comprometida) e Paternalismo Forte (pessoas com capacidade plena de decisão), foi apresentado pelo docente da Unifesp, Aluísio Seródio, durante reunião do Comitê de Bioética Hospitalar do Cremesp, no dia 1º de setembro. O professor explicou sobre o Método Konstanz de Discussão de Dilemas, por meio do qual pequenos grupos são estimulados a ordenar argumentos contrários e favoráveis para a superação de um mesmo dilema ético factível.

Na mesma ocasião, o advogado do Cremesp e mes­trando em Ciências na Unifesp, Osvaldo Simonelli, abordou o tema Autonomia. De acordo com ele, no Brasil, verifica-se que o Estado intervém de forma abrangente na vida privada e direito de personalidade dos cidadãos. “Por exem­plo, segundo a Constituição, não podemos dispor do nosso corpo como quisermos, a menos que seja para fins de transplante”.

 

Evento

O Comitê de Bioética Hospitalar fará um evento, previsto para novembro, tendo como alvo as instituições que tenham esses grupos, instituídos ou não, visando sensibilizar os médicos e demais profissionais de saúde sobre a importância e utilidade dessas instâncias.

Uma das mesas-redondas será sobre constituição, objetivos e capilaridade dos Comitês de Bioética, entre outras particularidades, com espaço pa­ra troca de experiências e tira-dúvidas. Também haverá palestra envolvendo “Várias Bioéticas” (abordagem diferenciada entre os vários aspectos contidos neste universo), centrada em métodos deliberativos de análise.

Confira no site do Centro de Bioética do Cremesp o modelo de constituição de comissões de Bioética Hospitalar, bem como a recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre a criação, funcionamento e participação dos médicos nos Comitês de Bioética.


CEMs elegem seus membros em 18 de outubro

Os hospitais e instituições onde atuam 16 ou mais profissionais de Medicina devem realizar eleições para as Comissões de Ética Médica (CEM), no dia 18 de outubro. As candidaturas devem ser individuais – não por chapa — e acontecer com antecedência mínima de quinze dias da eleição. A divulgação precisa ser feita em locais de fácil visualização para os médicos, com nomes em ordem alfabética, por um período mínimo de uma semana antes da votação. A obrigatoriedade das eleições foi estabelecida pelas resoluções CFM nº 1.657/2002 (alterada parcialmente pela Resolução CFM nº 1.812/2007) e nº 83/98, do Cremesp.

As CEM atuam como extensão do Conselho nas instituições. Para apoiar os membros dessas comissões, o Centro de Bioética do Cremesp, coordenado pelo conselheiro Reinaldo Ayer, instituiu um grupo de trabalho cujas funções iniciais correspondem a divulgar a importância do pleito, em campanha de conscientização, e a orientar colegas quanto ao funcionamento das CEM.

Veja mais detalhes sobre o processo eleitoral no site do Cremesp (www.cremesp. org.br), incluindo os modelos para impressão do edital de convocação e ata para a eleição. Dúvidas podem ser dirimidas pelo email sre@ cremesp.org.br ou telefones (11) 5908-5650 ou 5651, 5652 e 5655.

 


SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS

Encontro analisa propostas para tratamento de casos
de dependência química entre médicos


Gadelha, Sócrates, Palhares, Kátia e Messas: médicos têm a sensação
que podem cuidar de si mesmos

 

Discutir estratégias de comunicação que levem informações aos acadêmicos de Medicina, já nos bancos da Universidade, sobre os riscos do uso de substâncias psicoativas, foi uma das propostas da Plenária Temática realizada pelo Cremesp, no dia 9 de setembro, na sede da Consolação.

Sob a organização da conselheira responsável pela CT de Psiquiatria, Kátia Burle dos Santos Guimarães, e do coordenador da mesma Câmara, Guilherme Messas, o encontro “Cremesp Cuidando do Cuidador: Experiência de 10 anos” contou com palestras de Hamer Palhares, Daniel Sócrates e de Ary Gadelha.

Mauro Aranha, presidente do Cremesp, lembrou que a função do Conselho, acima de qualquer outro objetivo, é conectar o médico à sociedade e vice-versa. Também lembrou da importância do convênio mantido pelo Cremesp com a Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) no atendimento aos médicos dependentes químicos, sendo “a maioria com transtornos mentais relacionados ao consumo de opioides e benzodiazepínicos”.

Segundo Kátia Guimarães, “a ideia de realizar a plenária surgiu da necessidade de informar os conselheiros sobre a realidade dos casos de dependência entre os médicos  e, que a partir daí, tenham embasamento para orientar os colegas que passam por esses problemas, que geralmente se iniciam já na graduação. O futuro mostra que o número de casos entre os colegas dependentes tende a aumentar”, alerta.

Foi consenso que os médicos  têm dificuldade em admitir que perderam o controle da situação e têm a sensação de que podem cuidar de si mesmos, já que são graduados em Medicina. Por essa razão, geralmente é a família que toma a iniciativa para obter tratamento.

 

 


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