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Nesta Edição
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CAPA

EDITORIAL (pág. 2)
João Ladislau Rosa - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Tim Swanwick


LEGISLAÇÃO (pág. 4)
Limites da atuação do médico e do farmacêutico


MAIS MÉDICOS (pág. 5)
As falhas do Programa em São Paulo


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 6)
Contratualização formal dos médicos


MOVIMENTO MÉDICO (pág. 7)
Plano de Carreira


ENSINO MÉDICO (pág. 8)
Avaliação de egressos


ENSINO MÉDICO (pág. 9)
Opinião acadêmica


PLENÁRIA TEMÁTICA (pág. 10
Trote, preconceito e assédio


EBOLA (pág. 11)
Medidas de precaução


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág. 12)
Inauguração


JOVENS MÉDICOS (pág. 13)
Falsificação de atestado médico


ANUIDADE 2015 (pág. 14)
Desconto para PJ


BIOÉTICA (pág. 15)
Avanço tecnológico e acesso dos pacientes


GALERIA DE FOTOS



Edição 319 - 10/2014

ENSINO MÉDICO (pág. 8)

Avaliação de egressos


Realizada a 10ª edição do Exame do Cremesp

Adesão expressiva ocorreu em todas as cidades onde a prova foi realizada


Da dir. p/a esq.: Bráulio Luna Filho, Mauro Aranha, Otelo Chino Jr. e Carlos Alberto Campos 


O Exame do Cremesp de 2014, em sua 10ª edição foi aplicado no dia 19 de outubro, no Centro Universitário Assunção (UniFai), na Capital paulista e contou com a participação de 3.360 egressos em Medicina (97,5%), de um total de 3.446 inscritos. Dos participantes, 3.156 eram de escolas paulistas e 204 de outros Estados, números que abrangem 93 faculdades de Medicina no País, sendo 30 em São Paulo.

A expressiva adesão ao Exame – apenas 2,5% de abstenções – foi constatada em todas as cidades onde a prova foi aplicada: São Paulo (97,5% de comparecimento), Botucatu (97,9%), Campinas (96,9%), Marília (100%), Presidente Prudente (97,5%), Ribeirão Preto (98,4%), Santos (98,8%), São Carlos (98,5%), São José do Rio Preto (96,8%) e Taubaté (91,6%).

Acompanharam a realização da prova o vice-presidente do Cremesp, Mauro Aranha;  o primeiro secretário e coordenador do Exame, Bráulio Luna Filho; o coordenador das Delegacias Regionais Metropolitanas, Carlos Alberto Herrerias de Campos; e o conselheiro Otelo Chino Júnior.

Com o objetivo de ampliar a conscientização das escolas sobre a necessidade de realização de uma avaliação dos cursos de Medicina – para evitar ações como a do Sindicato das Escolas, que tentou barrar na Justiça a realização da prova –, o Cremesp criou, neste ano, a Câmara Temática para Avaliação do Ensino Médico, constituída por representantes nomeados pelas instituições de ensino. “Nessas reuniões, discutem-se não apenas a qualidade, a melhor forma de fazer avaliações ao longo do curso, como também o exame aplicado nos últimos 10 anos pelo Conselho; acreditamos que a maioria das escolas compreende a importância e apoia a sua realização”, afirmou Luna Filho. Segundo ele, o Exame do Cremesp deve ser visto como um instrumento pa­ra que as faculdades aperfeiçoem seu sistema de ensino e avaliação. “Prova disso, é que não divulgamos ranking nem resultado por aluno, ambos estão protegidos”, afirmou.

Para Luna Filho, a obrigatoriedade de participação no exame foi um avanço em relação à experiência anterior. “Desde que a participação se tornou obri­gatória para obtenção do registro, a abstenção tem sido baixíssima. O diag­nóstico que fizemos nos sete anos em que o exame não era obrigatório se comprovou nas duas últimas avaliações obrigatórias. Há escolas que têm muitos problemas. Entretanto, existem aquelas que têm melhorado a qualidade de seus cursos.”

Prova
A prova contou com 120 questões objetivas de múltipla escolha, abrangendo problemas comuns da prática médica em nove áreas básicas: Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria, Ginecologia, Obstetrícia, Saúde Mental, Epidemiologia, Ciências Básicas e Bioética.

Embora o desempenho na prova continue não atrelado à obtenção do registro profissional junto ao Conselho, o participante deve acertar pelo menos 72 questões para ser considerado aprovado.  

As regras para a realização do Exame foram criadas por uma Comissão Interna do Cremesp, em conjunto com a Fundação Carlos Chagas, responsável pela elaboração e aplicação das provas. “Após três edições de participação obrigatória, temos de continuar trabalhando para que o Exame se estenda a todo o País, adquirindo futuramente um formato por meio do qual as licenças para o exercício profissional sejam concedidas apenas para os aprovados, como acontece nos EUA e no Canadá”, afirmou Luna Filho.

O Projeto de Lei nº 217/2004, que visa instituir o exame nacional de proficiência em Medicina, como requisito para o exercício pleno da profissão, foi aprovado na Comissão de Educação do Senado em 20 de novembro de 2013, e se encontra na Comissão de Assuntos Sociais.

 


Prova contou com 120 questões de múltipla escolha, abrangendo
nove áreas básicas

 


 

Justificativa é obrigatória para ausentes

Os inscritos que faltaram ao Exame do Cremesp, no dia 19 de outubro, ou os que perderam o prazo da inscrição, deverão apresentar justificativa por escrito. Além de identificação e assinatura, é necessário juntar os documentos que justifiquem a ausência, como atestado médico, declarações, comprovantes de viagem etc.

A justificativa deve ser entregue pessoalmente, na sede ou delegacias regionais do Cremesp, com endereços no site (www.cremesp.org.br). Somente após o deferimento da justificativa pela comissão organizadora do Exame, o médico poderá dar entrada ao pedido de inscrição. No caso dos médicos que obtiveram o registro no Cremesp em 2013 e novamente ausentaram-se neste ano, a manutenção da inscrição também dependerá da aprovação da justificativa de ausência.

Os alunos que não puderam participar, e justificaram sua ausência, poderão realizar a prova na edição de 2015.

 


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