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Nesta Edição
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CAPA

EDITORIAL (pág. 2)
João Ladislau Rosa - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Florisval Meinão


GESTÃO DA SAÚDE (pág. 4)
Pesquisa Datafolha e CFM


SAÚDE PÚBLICA (pág. 5)
Impacto da legalização das drogas


ESCOLAS MÉDICAS (pág. 6)
Abertura de cursos de Medicina


EXAME DO CREMESP (pág. 7)
Inscrições abertas


ELEIÇÕES CFM (págs. 8 e 9)
Novos conselheiros representam SP do CFM


SAÚDE MENTAL (pág. 10)
Prevenção do suicídio


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág. 11)
Debate sobre a importância do Revalida


ELEIÇÕES APM (pág. 12)
Conheça a nova diretoria


JOVENS MÉDICOS (pág. 13)
Fotos de pacientes na internet


SERVIÇOS DO CREMESP (pág. 14)
Postos de arrecadação


TRIBUTOS (pág. 15)
Projeto parcela dívidas do ISS


BIOÉTICA (pág. 16)
Crianças desaparecidas


GALERIA DE FOTOS



Edição 318 - 09/2014

ELEIÇÕES APM (pág. 12)

Conheça a nova diretoria


Chapa 1 é eleita com 56,17% dos votos válidos

Médicos reelegem chapa liderada pelo atual presidente da entidade, Florisval Meinão


Associados votaram via internet, inclusive na sede da APM


A Chapa 1 – APM para os médicos – venceu o processo eleitoral para definição da próxima diretoria, conselho fiscal e delegados da Capital – para a gestão 2014-2017 da Associação Paulista de Medicina (APM). A chapa, liderada pelo atual presidente da entidade, Flo­risval Meinão, conquistou com 56,17% (2.239) dos votos válidos, contra 43,83% (1.747) da Chapa 2 – Resgatando Valores. Houve ainda 270 votos brancos e 145 votos nulos.

O processo eleitoral ocorreu via internet, de 22 a 28 de agosto, com auditoria da The Perfect Link. A apuração ocorreu às 19h57 do dia 28, com a presença de integrantes da Comissão Eleitoral, do auditor e representantes das duas chapas.

A diretoria eleita é composta por: Florisval Meinão, presidente (São Paulo); Roberto Lotfi Júnior, 1º vice-presidente (Presidente Prudente); Donaldo Cerci da Cunha, 2º vice-presidente (Marília); Paulo De Conti, 3º vice-presidente (Jaú); Akira Ishida, 4º vice-presidente (São Paulo); e Paulo Cezar Mariani, secretário-geral (Jales); entre outros cargos.

Também foram eleitos 45 delegados titulares da APM para a AMB e 45 suplentes: 49,9% (2.197) da Chapa 1 – APM para os médicos; 39,3% (1.731) para a Chapa 2 – Resgatando Valores, 6% (264) de votos brancos; e 4,8% (209) de votos nulos. Ainda foram realizadas eleições eletrônicas para a escolha das próximas diretorias da Associação Médica Brasileira (AMB) no Estado de São Paulo e de 13 Regionais da APM (Botucatu, Dracena, Guarujá, Jaú, Mogi das Cruzes, Osasco, Piracicaba, Pirajú, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, Sorocaba e Taubaté), todas com chapa única.


 

                                 Fonte: AMB

 


 

Emergência
CFM estabelece diretrizes para otimizar atendimento em PSs e UPAs


Novas resoluções, que visam estabelecer fluxos, limites, obrigações e responsabilidade de médicos e gestores, foram publi­cadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), no Diário Oficial da União, no dia 15 de setembro. Se devidamente obedecidas, as normas trarão melhorias à assistência oferecida nesses setores, beneficiando, sobretudo, pacientes e familiares.

As Resoluções CFM 2.077 e 2.079 exigem dos gestores a garantia de leitos para receber pacientes que precisam de internação, regulamenta o funcionamento dos sistemas de classificação de risco e obrigam os médicos a um acompanhamento mais intenso da evolução dos pacientes que apresentam um quadro clínico grave dentro da rede pública. As medidas são decisivas para desafogar e qualificar o atendimento nos prontos-socorros e serviços de urgência e de emergência do País, inclusive Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs).

Permanência de até 24h no PS
A regra define um limite de permanência dos pacientes nos Serviços Hospitalares de Urgência e Emergência em até 24 horas. Após esse prazo, o paciente que recebe assistência deverá ter alta, ser internado ou transferido. Proíbe também a inter­nação de pacientes em prontos-socorros.

Também fica determinado ao médico plantonista acionar imediatamente ao coordenador de fluxo ou diretor técnico quando forem detectadas condições inadequadas de atendimento, ou constatadas a inexistência de leitos vagos para a internação de pacientes, com superlo­tação da unidade. Além de comunicar os responsáveis quando houver pacientes com necessidades de acesso à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e não tiver leito disponível.


Medidas são decisivas para desafogar e qualificar o atendimento

 

 


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