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Nesta Edição
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CAPA

EDITORIAL (pág. 2)
João Ladislau Rosa - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Florisval Meinão


GESTÃO DA SAÚDE (pág. 4)
Pesquisa Datafolha e CFM


SAÚDE PÚBLICA (pág. 5)
Impacto da legalização das drogas


ESCOLAS MÉDICAS (pág. 6)
Abertura de cursos de Medicina


EXAME DO CREMESP (pág. 7)
Inscrições abertas


ELEIÇÕES CFM (págs. 8 e 9)
Novos conselheiros representam SP do CFM


SAÚDE MENTAL (pág. 10)
Prevenção do suicídio


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág. 11)
Debate sobre a importância do Revalida


ELEIÇÕES APM (pág. 12)
Conheça a nova diretoria


JOVENS MÉDICOS (pág. 13)
Fotos de pacientes na internet


SERVIÇOS DO CREMESP (pág. 14)
Postos de arrecadação


TRIBUTOS (pág. 15)
Projeto parcela dívidas do ISS


BIOÉTICA (pág. 16)
Crianças desaparecidas


GALERIA DE FOTOS



Edição 318 - 09/2014

ELEIÇÕES CFM (págs. 8 e 9)

Novos conselheiros representam SP do CFM


Chapa 5 vence pleito com 31,65% dos votos e irá representar São Paulo no CFM

Conselheiros  tomarão posse dia 1º de outubro, juntamente com representantes dos demais Estados e DF


Apuração dos votos foi presenciada por representantes
das chapas concorrentes


Médicos do Estado de São Paulo elegeram a chapa 5 (Valorização Médica) para representá-los no Conselho Federal de Medicina (CFM), durante a gestão 2014-2019. Os eleitos são Jorge Carlos Machado Curi, como conselheiro efetivo, e Ruy Tanigawa, como suplente. Eles receberam 23.765 (ou 31,65%) dos 75.084 votos apurados. Em segundo lugar ficou a Chapa 2 (Renovação com Experiência), com 17.250 (22,97%); seguida pela Chapa 1 (Novo CFM), com 12.443 (16,57%); pela Chapa 4 (Oposição com Inovação), com 10.404 (13,86%); e pela Chapa 3 (Coração e Ação), com 6.364 (8,48%).

Na eleição de São Paulo, realizada exclusivamente por correspondência nos dias 25, 26 e 27 de agosto, foram apurados um total de 75.084 votos, sendo 70.226 válidos, 2.403 brancos e 2.455 nulos. A apuração, finalizada na madrugada do dia 28 de agosto, contou com fiscais de todas as chapas, garantindo a lisura do processo.

O mandato dos membros do CFM tem duração de cinco anos e será meramente honorífico, com posse marcada para 1º de outubro e encerramento em 30 de setembro de 2019. Entre as obrigações estabelecidas para os conselheiros federais está o estudo das denúncias, con­sultas e outros documentos e atuação ativa nos trabalhos do CFM.

 


 

Conheça as propostas dos novos conselheiros do CFM

Jorge Carlos Machado Curi e Ruy Yukimatsu Tanigawa são os conselheiros eleitos pelos médicos inscritos no Cremesp para representar São Paulo no Conselho Federal de Medicina. Nesta entrevista conjunta, eles falam sobre as propostas para a gestão 2014-2019.


Tanigawa e Curi: mobilização no SUS e junto às operadoras

 

Como veem a criação de novas escolas médicas, muitas sem condições mínimas para a boa formação do médico?

Curi – O Brasil se tornou campeão mundial em faculdades de Medicina. Mas a abertura de novos cursos depende de preceptores preparados e não há número equivalente deles em qualificação. Esses profis­sionais têm de ser treinados e valorizados para se dedicarem exclusivamente ao ensino. Muitas vezes, os  cursos são abertos sem hospitais-escola, número de ambulatórios especializados e convênio com o SUS. O CFM e outras entidades médicas devem integrar uma grande frente para fiscalizar, pesquisar e oferecer dados sobre a formação médica de qualidade.

Tanigawa – O País vem apresentando uma queda qualitativa do profissional médico, decorrente, principalmente, da criação de escolas médicas sem condições adequadas para o ensino. Agora, o governo permitirá um número insano de novas faculdades de Medicina, proposta irresponsável e desprovida de conhecimento do quão difícil é formar um médico. Para tomadas de decisões tão importantes quanto essa se faz necessário a ampla discussão entre os vários segmentos governamentais e as entidades médicas, trazendo a transparência e a lisura para oferecer o melhor para a Saúde brasileira.


Como as escolas podem aprimorar a formação e avaliação dos alunos de Medicina?

Curi – Apesar das características regionais de nosso País, há um consenso em relação à formação médica. Precisamos de uma grade curricular a ser cum­prida e fiscalizada, com avaliações periódicas dos alunos. Defendemos tanto o exame de progressão quanto o de final do curso. O exemplo do Cremesp precisa ser aperfeiçoado e adotado por outros CRMs. O ensino médico é complexo e temos que lançar mão de novas ferramentas para avaliar habilidades dos alunos, usando manequins e simulações, por exemplo.

Tanigawa – A formação de um médico depende fundamentalmente das qualidades pessoais do aluno, do corpo docente qualificado e do aparato hospitalar e ambulatorial para treinamento e capacitação técnica e humanista que a profissão requer. E que necessariamente deveria ser avaliado, tanto no exame de progresso como no final do curso. A prova está sendo aceita no Estado de São Paulo, mesmo porque os médicos são avaliados pela sociedade durante toda a vida profissional.


De que forma serão encampadas as lutas pela melhoria nas condições de trabalho do médico no SUS?

Curi – Temos de influenciar o presidente da República a ser eleito neste ano, no sentido de elaborar uma carreira nacional para o médico, oferecendo motivação para atendimento na área básica, nas periferias das grandes cidades e em regiões de difícil acesso. Não podemos centrar a assistência apenas nos programas temporá­rios com médicos estrangeiros. O governo deve assumir a responsabilidade pelo SUS. Apoiamos o projeto para destinar 10% da receita bruta da União para a Saúde. Além disso, defendemos uma tabela do SUS atualizada e uma rede de atendimento instalada e qualificada.

Tanigawa – É necessário mobilizar todas as esferas do governo e da sociedade para garantir melhores condições de trabalho aos médicos e demais profissionais de Saúde, incluindo a Carreira de Estado. O setor de Saúde Pública precisa de investimentos. O parâmetro de 10% da receita para a Saúde é o parâmetro adotado pelo Japão desde 1960. Lá, atual­mente, mais de 50 mil habitantes têm mais de 100 anos de idade, decorrência de recursos de investimentos direcionados à Saúde.


Como conduzirão o diálogo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para que se cumpra a nova lei sobre os reajustes na remuneração e contratualização com os planos de saúde?

Curi – Estaremos atentos à relação dos médicos com as operadoras. E se a ANS não tem poder para isso, como alega, deveria ser dada a ela essa atribuição. A agtência tem tanto que arbitrar quanto definir e constranger práticas abusivas para conquistarmos avanços na contratualização, incluindo índices de reajustes de honorários.

Tanigawa – Trata-se de uma agência reguladora mal avaliada pelos médicos e usuários de operadoras de saúde. Será necessário vigilância constante e usar de todos os meios para não permitir o aviltamento da Medicina e preservar os direitos conquistados. Será batalha árdua, que deverá envolver diversos segmentos da sociedade e todas as entidades médicas.

 


 

Conselheiros eleitos

Médicos de todos os Estados da Federação e do Distrito Federal elegeram seus representantes no Conselho Federal de Medicina (CFM) para um mandato de cinco anos. Com os resultados das eleições estaduais, confira, abaixo, a nova composição da entidade:


 

Homenagem
Françoso e Callegari encerram gestão no CFM


O Cremesp agradece aos conselheiros Desiré Carlos Callegari (efetivo) e Renato Françoso Filho (suplente) pela representatividade junto aos médicos pau­listas no Conselho Federal de Medicina (CFM). Eles atuaram ativamente no período de 2009 a 2014, ocupando cargos e comissões e participando de debates em assuntos que afetam o exercício profissional do médico e a Saúde no Brasil.

Juntamente com o sistema Conselhal, Callegari e Françoso se posicionaram de forma crítica sobre o programa Mais Médicos. Também se empenharam na defesa dos princípios e diretrizes constitucionais do SUS e colaboraram denunciando os abusos das operadoras de planos de saúde.

 


 

Como justificar ausência no pleito

O médico que não votou na eleição CFM po­de justificar sua ausência até 26 de outubro por meio do formulário disponibili­zado na Área do Médico, no site do Cremesp.

Serão aceitas justificativas como problemas de saúde, viagem e votação em outro Estado. A Comissão Eleitoral avaliará os pedidos e, se necessário, solicitará os documentos comprobatórios.

O não envio da justificativa no prazo resultará na cobrança de multa eleitoral, conforme disposto nos artigos 26, §1º, da Lei Federal nº 3.268/1957; e 6º, §1º, da Resolução CFM nº 2.024/2013.

Para mais esclarecimentos contatar a Comissão Eleitoral, pelo e-mail: comissaoeleitoral2014@cremesp.org.br 

 


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