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CAPA

EDITORIAL (pg. 2)
Renato Azevedo Junior - presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Giovanni Guido Cerri


DECLARAÇÕES (pág. 4)
Atestados médicos: como preencher corretamente?


RESIDÊNCIA MÉDICA (pág. 5)
Vêm aí (boas) novidades para os residentes


EXAME CREMESP 2011 (pág. 6)
As inscrições, gratuitas, abrem dia 15/08


URGÊNCIA/EMERGÊNCIA (pág. 7)
Estudo mostra queda no nº de mortes por infarto


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 8)
Suspensão do atendimento a operadoras e seguros saúde


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 9)
Movimento médico reúne profissionais de várias cidades do interior paulista


PROTOCOLO CLÍNICO (pág. 10)
O tratamento da hepatite viral C


SPDM (pág. 11)
Perspectivas para o setor na próxima década


CFM (pág. 12)
Coluna dos representantes de São Paulo no Conselho Federal de Medicina


ENSINO MÉDICO (pág. 13)
É injustificável a abertura de novas faculdades no Estado


LEGISLAÇÃO(pág. 14)
Resolução CFM nº 1973/2011


BIOÉTICA (pág. 16)
Oncologia pediátrica: oportunidade de crescimento e reinserção social para as crianças


GALERIA DE FOTOS



Edição 284 - 08/2011

ENSINO MÉDICO (pág. 13)

É injustificável a abertura de novas faculdades no Estado



Cinco novos cursos de medicina aguardam aval para abertura

Cremesp considera situação alarmante, uma vez que faculdades seriam abertas em regiões com alta concentração de médicos


Unisa: redução de 20 vagas para calouros da faculdade de Medicina

Localizados nos municípios de São Paulo, Franca, Campinas, Barretos e Piracicaba, cinco novos cursos de medicina esperam por autorização do Ministério da Educação (MEC) para iniciar suas atividades. Em todo o país, mais de 30 pedidos de abertura estão em andamento na Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do ministério.

Para o Cremesp, a situação é alarmante, uma vez que a concentração de escolas e de médicos no Estado é muito alta e não há vagas suficientes em cursos de residência, condição básica para a formação de bons profissionais. “O Estado de São Paulo já conta com 31 cursos de Medicina, somando mais de 3 mil vagas por ano. É inadmissível a abertura de mais escolas médicas privadas, que chegam a cobrar de R$ 2,8 mil a R$ 6 mil por mês e não oferecem estrutura hospitalar, ambulatorial e de pronto-atendimento para o ensino da prática médica”, afirma Renato Azevedo, presidente do Cremesp.

Condições de trabalho
Na opinião de Silvia Mateus, conselheira responsável por Campinas, a proporção de médicos por habitantes é suficiente na região. “O que falta são condições adequadas de trabalho”, diz. Já no caso de Barretos, o conselheiro Pedro Teixeira Neto considera que “não há falta local de médicos, mas sim de uma política pública de saúde, com plano de carreira e salários para os médicos. Tem de haver um critério social para a abertura de faculdades, e não mercantil. Em São Paulo, já existe um número muito grande de faculdades”, avalia.

No Estado de São Paulo há 2,5 médicos por 1 mil habitantes, concentração considerada ideal na meta divulgada em julho pelo Ministério da Saúde e da Educação. O Cremesp encaminhou pedido formal ao ministro da Educação, Fernando Haddad, para que não homologue a abertura de novos cursos de Medicina.


Escolas com pedido de abertura em SP
Instituições que aguardam autorização do MEC para a abertura de cursos de Medicina:

- Universidade de Franca – Unifran  (Franca)
- Hospital de Câncer de Barretos – Fundação Pio XII (Barretos)
- Santa Casa de Campinas (Campinas)
- Universidade Metodista de Piracicaba – Unimep (Piracicaba)
- Hospital Santa Marcelina



MEC reduz vagas em escolas paulistas

As universidades Santo Amaro (Unisa), Metropolitana de Santos (Unimes) e de Marília (Unimar) deverão ter redução no número de vagas oferecidas em seus cursos de Medicina. A decisão é da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), do Ministério da Educação (MEC), após realização de procedimentos de supervisão.

Foram constatadas  precárias condições de ensino nessas escolas, notadamente no que se refere à insuficiência de leitos em relação ao número de alunos do curso que realizam o internato no quinto e no sexto anos.



Encaminhamentos recentes:

Unisa
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) manteve a decisão de reduzir em 20 o número de vagas anuais da faculdade de Medicina da Unisa – passando a ofertar 60 vagas anuais –, como substituição da penalidade de desativação do curso. 
Segundo relatório da comissão de avaliação do MEC, no Despacho nº 35 da Seres, publicado em 22 de junho de 2011, ficou demonstrado que permanecem parte das deficiências no curso de Medicina, “com destaque para a ausência de um projeto pedagógico de curso coerente e efetivo e para as limitações no cenário de prática”. O despacho foi encaminhado à Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), para deliberação sobre o recurso.

Unimar
O MEC quer o encerramento da oferta do curso de Medicina da Universidade de Marília (Unimar) – com possibilidade de modulação em redução adicional de vaga – por considerar que existem “deficiências de média gravidade”, como poucos títulos na biblioteca e insuficiência de leitos em relação ao número de alunos que estão no 5º e 6º anos. Especialistas da Seres dizem que o Termo de Saneamento de Deficiências, acordado com a instituição, foi cumprido apenas parcialmente. A universidade recorreu da decisão e a avaliação do caso cabe ao CNE.

Unimes
O Despacho nº 67, de 21 de julho de 2011, do MEC, determinou que o curso de Medicina da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes) terá que reduzir – de 80 para 60 – as vagas disponíveis anualmente, como forma de convolação da penalidade de desativação do curso. O procedimento de supervisão foi decorrente de resultados insatisfatórios no Enade 2007.


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