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Nesta Edição
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CAPA

EDITORIAL (pg. 2)
Renato Azevedo Junior - presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Giovanni Guido Cerri


DECLARAÇÕES (pág. 4)
Atestados médicos: como preencher corretamente?


RESIDÊNCIA MÉDICA (pág. 5)
Vêm aí (boas) novidades para os residentes


EXAME CREMESP 2011 (pág. 6)
As inscrições, gratuitas, abrem dia 15/08


URGÊNCIA/EMERGÊNCIA (pág. 7)
Estudo mostra queda no nº de mortes por infarto


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 8)
Suspensão do atendimento a operadoras e seguros saúde


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 9)
Movimento médico reúne profissionais de várias cidades do interior paulista


PROTOCOLO CLÍNICO (pág. 10)
O tratamento da hepatite viral C


SPDM (pág. 11)
Perspectivas para o setor na próxima década


CFM (pág. 12)
Coluna dos representantes de São Paulo no Conselho Federal de Medicina


ENSINO MÉDICO (pág. 13)
É injustificável a abertura de novas faculdades no Estado


LEGISLAÇÃO(pág. 14)
Resolução CFM nº 1973/2011


BIOÉTICA (pág. 16)
Oncologia pediátrica: oportunidade de crescimento e reinserção social para as crianças


GALERIA DE FOTOS



Edição 284 - 08/2011

PROTOCOLO CLÍNICO (pág. 10)

O tratamento da hepatite viral C


Novas diretrizes para hepatite permitirão maior adesão ao tratamento


SUS fará testes rápidos a partir de agosto

As medidas terapêuticas instauradas com o novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite Viral C, do Ministério da Saúde (MS), que entraram em vigor em 18 de julho, auxiliam no prolongamento do tratamento. A iniciativa visa ao melhor atendimento e à qualidade de vida dos portadores da doença.

O Protocolo anterior, publicado em 2007, permitia a extensão do uso de medicação, desde que houvesse aprovação prévia do Comitê Estadual de Hepatites Virais. Agora, o médico que acompanha o paciente já pode prescrever a continuidade do tratamento, que ficará também mais ágil em caso de prolongamento.

O conselheiro do Cremesp e infectologista Caio Rosenthal explica que “o paciente é beneficiado, pois antes era necessário terminar o tratamento em 48 semanas. Como o prazo passou a ser estendido para 72 semanas, os pacientes acabam respondendo melhor. Haverá um aumento da resposta virológica sustentada”.

O Brasil tem cerca de 11.882 portadores em tratamento e essa ampliação beneficiará, neste ano, pelo menos outros 500 pacientes. Os gastos atuais do MS com tratamento da hepatite giram em torno de R$ 17,7 milhões e a mudança irá gerar um acréscimo de, pelo menos, 3,5% nesse valor.

Aprovado novo medicamento
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do antivirótico Boceprevir para o tratamento da hepatite C. O novo medicamento aumenta de 40% para 60% as chances de cura para os portadores do genótipo tipo 1.
A medicação é indicada para pacientes que nunca foram tratados ou não tiveram sucesso com o tratamento disponível até o momento. Além disso, o uso deve ser administrado em associação com outros medicamentos já utilizados no tratamento da doença.

Testes rápidos
Apenas uma gota de sangue é necessária para fazer os testes rápidos para detecção de hepatites B e C, com resultados em 30 minutos, pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de agosto. Inicialmente os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) das capitais do país oferecerão os testes, para depois serem estendidos para as Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Segundo Rosenthal, “a medida traz progressos porque a hepatite é uma doença silenciosa e, normalmente, quando se percebe, ela já se encontra em nível avançado. O importante não é só oferecer os testes, mas divulgá-los. Médicos de todas as especialidades deveriam solicitar os exames, tanto de hepatite, quanto de HIV, também oferecido no sistema”.

Educação continuada
Regional Presidente Prudente orienta sobre correta prescrição de antidepressivos


Azevedo e Salvador (3º e 6º da esq. p/a dir., respectivamente): direcionamento sobre medicamentos

Depressão foi o tema abordado no Programa de Educação Médica Continuada (PEMC) realizado pelo Cremesp na sede da Associação Paulista de Medicina de Presidente Prudente, em 28 de julho. O tema contou com a palestra Medicamentos Depressivos e a Depressão, ministrada por Alexandre Duarte Gigante, professor da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente.

“As drogas contra a depressão são controladas, o que possibilitou o levantamento de dados que indicam que os medicamentos antidepressivos são, geralmente, receitados por profissionais do Programa Saúde da Família. Como esses médicos costumam ser recém-formados, precisamos direcioná-los se os casos são de medicação ou psicoterapia”, explica Henrique Liberato Salvador, conselheiro do Cremesp responsável pela delegacia da região.

Salvador realizou palestra sobre o Exercício da Medicina, enquanto Renato Azevedo, presidente do Cremesp, fez a palestra Momento Ético para aproximadamente, 250 participantes, entre médicos, residentes e internos dos 5º e 6º anos da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente. Ambos visitaram o Programa de Saúde da Família, realizado no Assentamento Lagoinha e na Santa Casa, de Presidente Epitácio, e puderam observar in loco o trabalho dos médicos na região.

Medicina Aeroespacial
Crescimento da demanda gera 1º fórum sobre atendimento em aeronaves

A realidade médica em atendimento a bordo de aeronaves ganha ainda maior destaque com o aumento de volume de passageiros no Brasil. De janeiro a junho de 2011, a procura por voos domésticos cresceu 21,39% e, internacionais, 18,95%, em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Diante disso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) realizou em sua sede o I Fórum Nacional de Medicina Aeroespacial, no dia 2 de agosto. “A demanda já se mostra importante e exige respostas sobre avaliação da segurança do atendimento ético nas aeronaves”, afirma Frederico Henrique de Melo, organizador do evento e 2º tesoureiro do CFM.

O encontro enfatizou aspectos aeromédicos da aviação comercial, transporte aeromédico em geral, regulamentação e formação. O fórum contou com a participação de especialistas internacionais da área e representantes da ANAC, Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Medicina Aeroespacial (SBMA).


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