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CAPA

EDITORIAL (pg. 2)
Renato Azevedo Junior - presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
Giovanni Guido Cerri


DECLARAÇÕES (pág. 4)
Atestados médicos: como preencher corretamente?


RESIDÊNCIA MÉDICA (pág. 5)
Vêm aí (boas) novidades para os residentes


EXAME CREMESP 2011 (pág. 6)
As inscrições, gratuitas, abrem dia 15/08


URGÊNCIA/EMERGÊNCIA (pág. 7)
Estudo mostra queda no nº de mortes por infarto


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 8)
Suspensão do atendimento a operadoras e seguros saúde


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 9)
Movimento médico reúne profissionais de várias cidades do interior paulista


PROTOCOLO CLÍNICO (pág. 10)
O tratamento da hepatite viral C


SPDM (pág. 11)
Perspectivas para o setor na próxima década


CFM (pág. 12)
Coluna dos representantes de São Paulo no Conselho Federal de Medicina


ENSINO MÉDICO (pág. 13)
É injustificável a abertura de novas faculdades no Estado


LEGISLAÇÃO(pág. 14)
Resolução CFM nº 1973/2011


BIOÉTICA (pág. 16)
Oncologia pediátrica: oportunidade de crescimento e reinserção social para as crianças


GALERIA DE FOTOS



Edição 284 - 08/2011

URGÊNCIA/EMERGÊNCIA (pág. 7)

Estudo mostra queda no nº de mortes por infarto


Capital paulista reduz mortalidade por infarto

Índice de infartos fatais ficou menor que a média brasileira, de 20%


Carvalho: medidas simples de acompanhamento do paciente podem reduzir ocorrências

A mortalidade por infarto no Brasil é alta, cerca de 20%. Mas, segundo um estudo realizado na cidade de São Paulo, medidas simples de acompanhamento da saúde podem ajudar a diminuir esse número. A pesquisa comprovou que o índice municipal caiu de 25% para 6,8%.

O estudo conjunto da Unifesp, Prefeitura Municipal de São Paulo, Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está em desenvolvimento na capital paulista e já atendeu mais de 200 infartados.

Um dos autores, Antonio Carlos Carvalho, professor titular e chefe da Cardiologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que este sistema “propicia redução de mortes, aproveitando melhor a rede já existente”, além de procurar sanar as outras deficiências existentes. Dos casos estudados, 11% tinham 75 anos ou mais. A maioria era homem, com apenas 28,3% de mulheres atendidas. Além disso, 8,3% tinham frequência cardíaca maior que 100 e 7,8% apresentavam pressão arterial menor que 100. Segundo o professor, as causas do infarto são multifatoriais.

Causas multifatoriais
Dados do estudo demonstram que a de maior incidência foi a hipertensão arterial sistêmica, responsável por 63,4% dos infartos; seguido da dislipidemia (presença de níveis elevados ou anormais de lipídios e/ou lipoproteínas no sangue), com 55,1%; e do tabagismo, já que 49,2% dessas pessoas eram fumantes.

Ficou concluído no estudo que capacitação para diagnóstico clínico, interpretação de eletrocardiograma (ECG), facilidade de transferência e existência de vaga imediata em hospital terciário, entre outras, são essenciais para o bom funcionamento da rede. Carvalho ressalta a importância do acompanhamento regular da preSsão arterial e do colesterol, de uma dieta saudável (evitando gorduras), da prática de exercícios físicos e, principalmente, da abstenção do tabagismo.

Chance de sobrevida
Carvalho aponta ainda que a mortalidade hospitalar, nesta experiência inicial, diminuiu significativamente. Para ele, isso comprova que a organização do atendimento, após capacitação adequada, permite obter melhora imediata nesses índices entre os pacientes atendidos na rede pública de saúde na cidade de São Paulo.“O estudo enfatiza que quanto mais cedo acontecer o atendimento, maior a chance de sobrevida”, diz.


Capacitação para EEG contribuiu para performance da rede

A junção de esforços demonstra que resultados satisfatórios podem ser obtidos rapidamente, conforme relata o professor: “se houver um mínimo de investimento e de gestão, é possível melhorar o índice. E se o problema pode ser resolvido em uma cidade tão caótica como São Paulo, pode ser solucionado em qualquer lugar”, acredita.


Urgência e emergência 
SP cria órgão on-line para gerenciar transferências e vagas


Sistema informatizado promete agilizar busca por leitos em UTIs

A transferência de pacientes de urgência atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Estado de São Paulo e as vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) já estão sendo administradas, desde meados de julho, por um órgão centralizado on-line. O sistema, ainda em fase de testes, substituirá o atual, que funciona nos 17 Departamentos Regionais de Saúde e é o primeiro no país.

Quando um hospital não puder atender a uma emergência, por falta de equipamentos ou de vagas, o médico pode aces¬sar o sistema que permite o envio da descrição para a Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross). Os pedidos de transferência são recebidos por uma equipe de 100 médicos e 50 técnicos de regulação médica, responsável por identificar a unidade mais próxima que possui o equipamento necessário e vagas. O hospital escolhido será informado e o médico que fez a solicitação conclui a transferência. A mesma rotina será adotada para busca de vagas em UTIs.

“Queremos atender aos pacientes mais graves com um sistema informatizado de busca que visa identificar vagas o mais rápido possível, integrando todos os leitos públicos e também os privados destinados ao sistema público”, afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Saúde do Estado de São Paulo.


Obesidade mórbida
CFM aguarda estudos para liberar novas cirurgias bariátricas

O plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) irá aguardar novos estudos e pesquisas que justifiquem uma alteração na Resolução 1942/2010. A medida estabelece normas seguras para os tratamentos cirúrgicos da obesidade mórbida, define indicações, procedimentos e equipe.

Essa regra atual continua em vigor, sem alterações e não inclui ainda novas modalidades de cirurgia bariátrica. Para a entidade, técnicas recentes, como a gastrectomia vertical com interposição de íleo, ainda precisam de comprovações para serem autorizadas.

Se os resultados obtidos pela Câmara Técnica de Cirurgia Bariátrica do CFM, responsável por analisar os trabalhos desenvolvidos na área, indicarem que os novos procedimentos são seguros e eficazes, o debate poderá ser reaberto no sentido de oferecer outras opções à população.



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